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Está é a segunda lenda de que iremos falar, a Lenda da Floripes. Lenda: Lá para os lados da Bairro do Levante, no lugar do sobrado, havia um moinho, junto ao qual, existia uma antiga casa onde vivia um homem de meia-idade, de seu nome Zé. Quase sempre embriagado, principalmente na companhia de amigos, contava várias vezes, que durante a noite, lhe aparecia uma moura muito formosa em sua casa e que ambos trocavam carícias até de madrugada. Os seus amigos já não acreditavam. Um dia Zé, fez uma aposta com o mais novo do grupo – Julião – que ia casar em breve com uma moça chamada Aninhas. Zé oferecia uma fazenda que possuía no sítio da Relva, como prenda de noivado caso a moura aparecesse ao rapaz. Se não aparecesse, nada lhe daria. Julião aceitou. À meia-noite lá estava ele junto ao moinho. De repente, quando já se preparava para se pôr a caminho, vê uma linda mulher. Era a moura encantada! Julião e a rapariga sentaram-se junto a uma árvore, e esta conta-lhe que o feitiço só poderá ser quebrado quando alguém a levasse junto do mar, e lhe espetasse uma faca no braço do lado do coração. Só ai o feitiço seria levantado. Julião nada podia fazer, pois estava comprometido com Aninhas. De regresso a casa, vê a noiva a chorar compulsivamente e a seu lado o compadre Zé. Quando Julião se vira para falar com o seu amigo Zé, este tinha desaparecido. Diz o povo, que a Floripes partiu para o Norte de África, na companhia do compadre Zé, o único homem que a amava na realidade… Para mais informações visite o nosso site: http://lendasdeolhao.pt