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TRÊS BANDAS GIGANTES: MEGADETH, SLAYER E EXODUS ⬇️ ⬇️ ⬇️ Já estávamos em 1990. Todos esses discos já faziam parte do meu cabedal de bandas, que eu estava começando a ouvir. Mas, ainda assim, tudo dependia muito dos amigos. Eu pegava os discos emprestados, levava para casa, gravava. Tinha uma coleção enorme de fitas cassete com gravações. Quase todos esses discos que estão aqui eu tinha apenas em tape. O dinheiro era pouco, eu vivia de mesada, então não havia muito o que fazer. Mas foi a partir de 1990 que eu entendi o real significado daquilo tudo. Entendi que aquilo era mais do que um gênero musical: era um movimento. Um movimento cultural que dava identidade às pessoas que faziam parte dele. A partir daí, eu mergulhei completamente nesse cenário. Entre o fim de 1989 e os anos de 1990 e 1991, eu comprei tudo o que pude. Lembro de um dia em que cheguei à casa desses meus amigos e eles estavam ouvindo uma banda que eu só conhecia de nome: Megadeth. Quando ouvi, pensei imediatamente: “Pô, isso é legal!”. Gravei a fita — eles tinham o disco — e, nos dias seguintes, já estava nas lojas procurando. Acabei encontrando So Far, So Good… So What!, que é o segundo disco do Megadeth, um álbum muito bom. Mas, principalmente, encontrei aquele que se tornaria o meu favorito: Peace Sells… but Who’s Buying?. Esse disco é simplesmente absurdo. Aquelas partes mais cadenciadas lembravam muito o que o Metallica fazia, mas com uma identidade própria. “Wake Up Dead”, “Peace Sells”, “The Conjuring”… tudo ali é fantástico. O Megadeth foi uma banda muito importante para mim naquela época. Claro que fui atrás de outros discos do Slayer também, e acabei encontrando um álbum que estava sendo lançado. Ele saiu em 1988, mas eu devo ter comprado em 1989 ou 1990: South of Heaven. Foi meio chocante ouvir esse disco, porque eu estava acostumado com os dois anteriores que eu conhecia, Show No Mercy e Live Undead. Quando ouvi South of Heaven, senti uma mudança total de clima. Era uma outra vibração, com melodias absurdamente sinistras. Fiquei completamente enfeitiçado e ouvi esse disco demais. Outro ponto importante foi quando descobri uma loja especializada aqui em Brasília. A primeira vez que fui lá foi justamente com esse pessoal. Eles me disseram: “Ó, abriu uma loja aqui especializada em rock e heavy metal. Vamos lá”. A loja tinha sido aberta no fim de 1989, e acho que fui pela primeira vez no fim daquele ano ou no começo de 1990. A partir daí, parei de frequentar as lojas mais convencionais, como a Discodil, e passei a ir quase exclusivamente a lojas especializadas em heavy metal. Essa loja em Brasília se chamava Berlim, e eu comecei a frequentá-la regularmente já no fim de 1989 e início de 1990. Muitos desses discos eu comprei lá. Foi provavelmente na Berlim que comprei também Fabulous Disaster, do Exodus. O que dizer desse disco? Claro, ele não é tão pesado quanto Bonded by Blood, que era o único álbum da banda que eu conhecia até então. Mas faixas como “Toxic Waltz” praticamente justificam o disco inteiro. “Fabulous Disaster”, “Like Father, Like Son”… é um baita álbum. Sem contar a cover de “Overdose”, do AC/DC, que é muito bem feita. Foi um disco que eu ouvi muito naquela época. ___________________________________________________ ___________________________________ 🔥 No fim dos anos 80 e início dos 90, minha relação com o heavy metal mudou completamente. Até então, tudo dependia de amigos, fitas cassete e gravações caseiras 📼. O dinheiro era pouco, mas a vontade de descobrir novas bandas era enorme. 🧠 Foi em 1990 que aconteceu a grande virada: percebi que o metal não era apenas um gênero musical, mas um movimento cultural, capaz de criar identidade e pertencimento. A partir daí, mergulhei de cabeça nesse universo. 🤘 Entre 1989 e 1991, comprei tudo o que pude e conheci bandas fundamentais do thrash metal. Um dos maiores impactos foi o Megadeth, com discos como So Far, So Good… So What! e, principalmente, Peace Sells… but Who’s Buying?. Riffs cadenciados, músicas icônicas e uma sonoridade marcante. 💀 Outro choque veio com o Slayer e o álbum South of Heaven. Diferente dos discos anteriores, ele trouxe um clima mais sombrio e melodias sinistras que me hipnotizaram 🎧. 🏪 Nesse período, comecei a frequentar lojas especializadas em heavy metal em Brasília, deixando de lado as lojas convencionais. Foi nelas que adquiri muitos discos importantes da minha coleção. 💣 Um destaque foi Fabulous Disaster, do Exodus. Mesmo não sendo tão agressivo quanto Bonded by Blood, o álbum se sustenta com faixas como “Toxic Waltz” e ainda traz uma ótima cover de “Overdose”, do AC/DC 🤘. 🎶 Esses anos foram decisivos para a formação do meu gosto musical e da minha identidade dentro do heavy metal. #MetalExtremo #metalunderground #DeathMetal #BlackMetal #ThrashMetal #Grindcore #UndergroundMetal #HeavyMetal #Megadeth #Slayer #Exodus