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Algo tá estranho, mas a gente segue. Parelheiros — mala com restos humanos Zona sul — perícia coleta vestígios Corpo identificado como mulher adulta Sirene riscando a neblina na Estrada de Parelheiros, asfalto molhado, cheiro de ferro subindo do chão. Lona preta no canto, zíper de mala travado, #sãopaulo #portuguese #braziliantraprapptbr #cancao #ritmo Music style: Brazilian Trap Rap (PT-BR) Tags: sãopaulo, newskaraoke, news, karaoke, nyhetsrytm, trap, rap Lyrics: Sirene riscando a neblina na Estrada de Parelheiros, asfalto molhado, cheiro de ferro subindo do chão. Lona preta no canto, zíper de mala travado, luva azul, rádio chiando, passo preso no barro. Trinta e quatro anos viram número na prancheta, a fita amarela dança com vento frio na viela. Olho torto na janela, ninguém fala muito alto, só o giro da viatura mastigando o asfalto. A cidade não dorme, só gira. A cidade não dorme, só gira. No centro, terno liso promete prédio novo, Datafolha na tela: sessenta e quatro no jogo. Mudança de gabinete, concreto, vidro, crachá, enquanto o ônibus lotado freia seco no Anhangabaú. No balcão do café, colher batendo na xícara, cada mesa vira palanque, cada rosto calcula. Investimento bilionário passa em letra pequena, na calçada, o vendedor dobra lona com pressa. A cidade não dorme, só gira. Do outro lado, ingresso acabou antes do almoço, Bad Bunny lota duas noites, portão no pescoço. Allianz cercado, grade, desvio, luz vermelha, CET risca rota nova e a buzina aconselha. Moto corta corredor, farol pisca no vidro, gente cantando no ponto, joelho tremendo no ritmo. Helicóptero costura o céu baixo da Pompeia, e o grave bate no peito como porta que não cede. No fim da noite, garoa fina no capô, saco plástico voando, rua quase sem cor. Um cachorro fuça a sarjeta, poste estala sozinho, São Paulo fecha o olho, mas mantém um aberto no caminho.