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UNIDOS DA TIJUCA 2003 | Agudás: os que levaram a África... | DESFILE COMPLETO | CARNAVAL RJ Carnavalesco: Milton Cunha Autores do samba-enredo: Rono Maia, Jorge Melodia e Alexandre Alegria Intérprete: Edson Feliciano Marcondes (Nêgo) Componentes (destaques de ficha técnica): Bateria sob direção de Celinho; 1º casal de MS&PB Lucinha e Rogerinho; comissão de frente dirigida por Nino Geovanetti Colocação: 9º lugar no Grupo Especial (LIESA) — 389 pontos 🎭 Contexto & Conceito A Tijuca levou para a Sapucaí a epopeia dos Agudás, descendentes de brasileiros retornados à África Ocidental (região do Benim/Daomé). O enredo costura ida e volta: a dor do cativeiro, a resistência cultural e o refluxo histórico que reinstala, no continente africano, traços do Brasil em culinária, religiosidade, arquitetura e festa. A sinopse convoca orixás e mitos (Obatalá, Orunmilá, Ifá) e apresenta figuras históricas como D. Francisco Félix de Souza, o Chachá de Uidá, e o malê Inácio Paraíso, simbolizando encontros, tensões e pactos que moldaram a presença agudá em Porto-Novo. A narrativa afirma a “negritude vitoriosa”: quem levou o semba e devolveu samba, quem atravessou as “espumas flutuantes” e fez da memória ponte entre Brasil e África. 🎨 Destaques visuais do desfile Abre-alas ritualizado: evocação de orixás e do “mar de Yemanjá”, marcando travessia e renascimento. Setores da ida e da volta: dor da escravidão e, depois, o retorno que “reinstala” Brasil na África com culinária (acarajé, vatapá, abará, cocada), fé (Exu, Oxóssi, Senhor do Bonfim), arquitetura e festas populares. Figuras históricas em cena: o Chachá e o malê Inácio Paraíso aparecem como eixos dramáticos — poder, religião, urbanidade e a construção da identidade agudá. Plástica afro-brasileira: paleta quente, texturas de madeira, metais e tecidos, coroada pelo vermelho-dourado-azul que acompanha o brasão tijucano.