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O que os soldados brasileiros fizeram quando um major alemão se recusou a se render?! Vinte e oito de abril de mil novecentos e quarenta e cinco, onze da manhã, Fornovo di Taro. Um major alemão cospe no chão, cruza os braços e recusa a rendição incondicional. Seus olhos azuis encaram o Coronel Nelson de Mello com desprezo. Atrás dele, quinze mil soldados cercados, sem munição, sem comida há três dias, feridos sangrando sem socorro. A resposta veio fria: "aguardamos ordens superiores". O Coronel brasileiro tinha seis horas até o amanhecer e duas escolhas: esmagar Fornovo com três regimentos, artilharia pesada e assalto frontal — custando centenas de vidas — ou tentar algo que nenhum manual militar convencional recomendava. E quando a recusa arrogante do major alemão encontrou a estratégia ousada de Nelson de Mello, o resultado virou a maior captura de tropas inimigas por uma única nação aliada na Campanha da Itália: vinte e seis mil prisioneiros, quatro baixas brasileiras, proporção estatisticamente impossível que obrigou observadores americanos a conferir os números pessoalmente porque pareciam propaganda exagerada. Esta é a história dramatizada — baseada em documentos militares oficiais — de como pracinhas brasileiros venceram não atirando mais, mas pensando melhor, e mudaram para sempre a forma como o mundo enxerga o soldado brasileiro. 📌 NESTE VÍDEO VOCÊ VAI DESCOBRIR Como doze pracinhas infiltrados transformaram Fornovo num caldeirão de caos psicológico que forçou três mil alemães a depor armas sem combate direto. Por que a FEB usou alto-falantes, demonstração de força calculada e proteção a hospitais em vez de massacre — e como isso virou doutrina aliada. Como a rendição em Fornovo desencadeou efeito dominó que colapsou quinze unidades alemãs isoladas em quarenta e oito horas. Por que tropas da Waffen SS executaram o próprio comandante fanático para se renderem aos brasileiros. 🎖️ SOBRE A HISTÓRIA (Rendição de Fornovo) A narrativa começa no cenário real de vinte e oito de abril de mil novecentos e quarenta e cinco, quando quinze mil soldados alemães e italianos estavam cercados na região de Fornovo di Taro, isolados, sem suprimentos e aguardando ordens de um comando superior que já havia colapsado. Ao mesmo tempo, o Coronel Nelson de Mello ordenou infiltração noturna de doze pracinhas liderados pelo sargento Antônio Pereira, com missão tripla: destruir depósito de munição, cercar comando inimigo e proteger hospital de campanha — tudo simultaneamente, às vinte e três horas e trinta de vinte e sete de abril. E, na madrugada seguinte, a operação capturou três mil e duzentos prisioneiros em Fornovo com zero baixas brasileiras. Nos dois dias seguintes, grupos móveis replicaram a tática em Collecchio, Gaiano, Noceto e outras cidades, forçando rendição total de vinte e seis mil soldados do Eixo com apenas quatro mortos brasileiros — proporção jamais vista em manuais militares. 🔔 SE INSCREVA E PARTICIPE Se inscreva no canal e comente cidade e país de onde você assiste — porque essas histórias só sobrevivem quando alguém as repete em voz alta. 👍 AJUDE A PRESERVAR A MEMÓRIA Deixe seu like se essa história te impactou. Compartilhe com alguém que ainda acha que brasileiros eram "soldados de terceira classe". Se puder, considere usar o Valeu Demais/Super Thanks para apoiar pesquisa e produção. 📚 FONTES E REFERÊNCIAS (usadas aqui) Exército Brasileiro / EBlog — "80 anos da rendição da 148ª Divisão de Infantaria Alemã" (junho de dois mil e vinte e cinco) documentando números oficiais, cronologia e impacto estratégico da operação. Defesa.net — "Rendição da 148ª Divisão de Infantaria alemã à FEB" (janeiro de dois mil e vinte e três) com análise tática, testemunhos de veteranos e contexto militar de Fornovo di Taro. Jornalismo de Guerra — "FEB: em Fornovo, rendição era incondicional, mas vencidos fizeram pouco caso anos depois" (abril de dois mil e dezoito) relatando dinâmica da negociação e reações posteriores de oficiais alemães. ⚠️ AVISO IMPORTANTE Este vídeo é uma dramatização baseada em fatos históricos documentados. Personagens específicos (como "sargento Antônio Pereira", "cabo Joaquim Silva", "tenente Silva") e diálogos foram reconstruídos para representar dinâmicas reais de combate, infiltração e rendição no período da Campanha da Itália.