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CIDADE DAS ARTES APRESENTA COMPANHIA DE DANÇA DEBORAH COLKER em CURA 06/10/2021 Deborah Colker dedicou seu tempo, nos últimos anos, a buscar uma cura. No caso, uma solução para a doença genética que seu neto tem, a epidermólise bolhosa. Dessa angústia pessoal nasceu o novo trabalho da Cia. Deborah Colker, um espetáculo que vai muito além do aspecto autobiográfico. “Cura” trata de ciência, fé, da luta para superar e aceitar nossos limites, do enfrentamento da discriminação e do preconceito. A dramaturgia é do rabino Nilton Bonder e a trilha original é de Carlinhos Brown. Há dores mostradas no palco, mas há esperança no final. Deborah diz que procurou preservar a alegria necessária à vida. Um ingrediente para isso foi a semana que passou em Moçambique durante a preparação, quando conheceu pessoas que não perdiam a vontade de viver, apesar das muitas dificuldades. – Fui procurar a cura e encontrei a alegria. Deborah incorporou ao espetáculo referências das três religiões monoteístas e elementos de culturas africanas, indígenas e orientais. Logo no início, conta-se a história de Obaluaê, orixá das doenças e das curas. – A ponte entre fé e ciência me ajudou muito. Também apontou que “a grande cura é a morte”, o que motivou uma coreografia com dois bailarinos dançando ao som de “You want it darker”, de Leonard Cohen. – O espetáculo apresenta todos os recursos imunitários e humanitários em aliança pela cura. A ciência, a fé, a solidariedade e a ancestralidade são o coquetel de cura do que não tem cura. Carlinhos Brown foi convidado, inicialmente, para compor apenas o tema de Obaluê. Acabou criando praticamente toda a trilha. Ele canta em português, ioruba e até em aramaico. Os 13 bailarinos também cantam, em hebraico e em línguas africanas. É algo que acontece pela primeira vez nos 27 anos de história da companhia. Companheiro de Deborah em toda a trajetória, o cenógrafo e diretor de arte Gringo Cardia é outro que destaca a importância de “Cura” para a artista. – Ela era toda ciência. Passou por um crescimento espiritual. Foi conversar com Deus neste espetáculo – afirma. Sua assinatura está nas duas rampas que dão aos movimentos dos bailarinos a sensação de desequilíbrio. E também está nas caixas que, entre várias funções, formam um muro. – O muro passa a imagem de um grande obstáculo, mas ele se divide em vários pedaços. Então, é possível atravessá-lo. É como a gente faz nas nossas vidas – diz Gringo. Nos figurinos de Claudia Kopke – que esteve em “Cão sem plumas” – as pernas podem ter estilos bem diferentes, traduzindo o desequilíbrio que é um dos nortes do espetáculo. – Os bailarinos têm as cabeças cobertas, usam balaclavas, mas o final é dourado, de alegria – explica. O iluminador Maneco Quinderé, que só havia trabalhado com a companhia em “Vulcão” (1994), também criou uma luz fragmentada, como sugerem as ideias de “Cura”. O final tem brilho, indicando renascimento. – Cada segmento tem suas características, e eles formam um caleidoscópio – diz ele. FICHA TECNICA Criação, Coreografia e Direção DEBORAH COLKER Direção Executiva JOÃO ELIAS Música CARLINHOS BROWN Direção de Arte e Cenografia GRINGO CARDIA Dramaturgia NILTON BONDER Figurino CLAUDIA KOPKE Desenho de Luz MANECO QUINDERÉ SERVIÇO: Ingressos Plateia: R$ 180,00Frisa Lateral: R$ 120,00Camarote: R$ 140,00Camarote 2º Nível: R$ 120,00Galeria Baixa: R$ 50,00Galeria Alta: R$ 50,00 LOCAL: Grande Sala DATA DO EVENTO: Temporada de 06 a 31 de outubro HORÁRIO: Quarta a Sábado, 21h/Domingo 18h