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Audio: Projecto Geo - Sons do Mundo (composições "Quando", "Quase Épico" e "Vida"). Imagens de lugares ligados à presença histórica de Portugal em Marrocos, colhidas numa viagem a este país em Outubro e Novembro de 2014 : Ksar Seghir (Alcácer-Ceguer), Tânger, Asilah (Arzila), Larache, Ksar El Kebir (Alcácer-Quibir), Suaken (aldeia situada no local da Batalha de Alcácer-Quibir), Azemmour (Azamor), El Jadida (Mazagão) e Essaouira (Mogador). Alcácer-Ceguer foi conquistada por D. Afonso V em 1458 e abandonada por D. João III em 1549. Restam ruínas que constituem hoje um campo arqueológico. Tânger, depois da tentativa desastrosa de 1437, de que resultou a prisão e morte em Fez do infante D. Fernando, foi ocupada por D. Afonso V quando os respectivos habitantes a abandonaram, cinco dias após a conquista de Arzila, em 24 de Agosto de 1471. Tânger manteve-se na posse de Portugal até 1661, ano em que foi entregue à coroa britânica como parte do dote do casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II de Inglaterra. Arzila foi abandonada por D. João III em 1549 e reconquistada por D. Sebastião em 1571, vindo a ser definitivamente abandonada na época filipina. Em Tânger e Arzila observam-se vários vestígios da presença portuguesa nas fortificações existentes. Em Arzila, é de destacar a torre de menagem manuelina, restaurada na última década do século XX com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian. Em Larache, que esteve sob jurisdição portuguesa quando ainda não era povoada, nos reinados de D. Afonso V e D. João II, existe um "castelo português", assim designado pelos marroquinos, cuja construção é na realidade da responsabilidade do sultão saadiano que dominava a região na segunda metade do século XVI. Trata-se do Castelo de Laqbibat ("das Pequenas Cúpulas"), que terá sido projectado por um engenheiro italiano que trabalhava para o rei português e que terá ficado aprisionado em Alcácer-Quibir em 4 de Agosto de 1578. A maior parte dos que trabalharam na sua construção terão sido prisioneiros portugueses da Batalha de Alcácer-Quibir. A D. Manuel I se devem as conquistas de Azamor (1513), Mazagão (1514), Safim (1508) e Mogador (1506). Se nesta última, que foi abandonada em 1510, pouco resta do Castelo Real que lá foi construído, as outras três contêm, juntamente com Arzila, o que de melhor existe na arquitectura portuguesa em Marrocos. Em Azamor trabalharam os irmãos Francisco e Diogo de Arruda, arquitectos da Torre de Belém e do Convento de Cristo em Tomar, respectivamente. Em Mazagão, "cidade portuguesa" que está classificada como Património Universal pela UNESCO, existe uma obra-prima arquitectónica (a Cisterna Portuguesa), da responsabilidade de João de Castilho, que também trabalhou em Tomar, no Convento de Cristo e na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, para além de Lisboa (Jerónimos), Alcobaça, Batalha, etc. Nesta cisterna Orson Welles filmou algumas cenas do seu filme "Otelo". Outras cenas foram filmadas em Essaouira (Mogador). Em Safim, é de destacar, além das muralhas, o Castelo do Mar, com elementos do estilo manuelino. O mesmo estilo está patente no Castelo da Terra e na "catedral portuguesa", que não constam neste vídeo. Também não constam imagens das ruínas da fortaleza de Aguz, situada junto ao mar entre Safim e Essaouira. Safim e Azamor foram abandonadas por D. João III em 1541. Mazagão viria a ser a última das possessões portuguesas em Marrocos. Em 1769, o Marquês de Pombal, na sequência de um cerco muçulmano, ordenou o seu abandono, tendo a população sido transferida para o Brasil, onde foi fundada a Nova Mazagão. Bibliografia: Pedro Dias - A Arquitectura dos Portugueses em Marrocos: 1415-1769, Livraria Minerva Editora, Coimbra, 2000. António Dias Farinha - Os Portugueses em Marrocos, Instituto Camões,1999. http://www.embmarrocos.pt/cache_bin/X... Património de Influência Portuguesa. http://www.hpip.org/Default/pt/Homepage Nota: A legenda do local onde , segundo a lenda, D.Sebastião se encostou antes de se perder na batalha (informação prestada pela população local) está sobre a imagem de uma construção em pedra que, segundo alguns autores (Cf. Fernando Dacosta, "Viagens Pagãs", 2015), é um obelisco aí colocado por estudantes de Coimbra. Frederico Mendes Paula é mais preciso e afirma que se trata de vestígios do Memorial ali colocado em 1939 por um grupo de universitários de Coimbra, posteriormente destruído por patriotas marroquinos.(https://historiasdeportugalemarrocos.... )