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letra Anonimato [Verso 1] Eu vejo génios calados com a língua presa á caneta de aço, Enquanto o palco é dado a marionetas. Bonecos de trapo Rimas vendidas em saldo, talento posto de lado, Faço da caneta um fuzil e disparo quando cercado. Dedicado à dor, ao suor que o tempo cobra, Enquanto eles sobem de elevador ,e o talento não se desdobra . Mas eu sou degrau partido, sou calo cravado na mão, Sou a linha entre o abismo que engole a consagração. [Refrão] Quantas vezes tens que cair para subir? Quantas vezes tens que sangrar para poder existir? Quantas vezes tens que calar para poderes ouvir? Quantas vezes mais vais ter que resistir? Quantos versos mais tens que cuspir pra te notarem? Quantos momentos vazios até os corpos vibrarem? Quantos nãos tens que engolir para não falhares? Quantos sonhos serão extintos até te levantares? [Verso 2] Escondem pérolas na lama e chamam lixo ao diamante, Enquanto cospem rimas vazias. peso de voz arrogante. Tão plásticos que derretem sob o calor da verdade, Somos o incêndio no estúdio,causamos caos em cada frase. Não queremos coroas forjadas, nem tronos feitos de espuma, Só queremos versos que gritem aquilo que o peito acumula. Se eles têm palco, nós somos a luz que os cega, Com a fúria de mil letras cravadas de pura entrega. [Refrão] Quantas vezes tens que cair para subir? Quantas vezes tens que sangrar para poder existir? Quantas vezes tens que calar para poderes ouvir? Quantas vezes mais vais ter que resistir? Quantos versos mais tens que cuspir pra te notarem? Quantos momentos vazios até os corpos vibrarem? Quantos nãos tens que engolir para não falhares? Quantos sonhos serão extintos até te levantares? [Verso 3 ] Queimaram mapas, mas eu decorei o caminho à punhalada, Com o peito aberto à mira e a alma sempre blindada . Fiz do silêncio trincheira, da minha dor fiz munição, Se o topo é feito de lixo, eu cavo fundo até ser chão. Não peço tronos nem palmas, peço verdade no som, Enquanto eles vendem alma por likes. Edeologia de papelão Sou voz dos que ficaram na sombra a gritar em vão, Mas cada rima minha é mais um prego no teu caixão. [Refrão Final] Quantas vezes tens que cair para subir? Quantas vezes tens que sangrar para poder existir? Quantas vezes tens que calar para poderes ouvir? Quantas vezes mais vais ter que resistir? Quantos versos mais tens que cuspir pra te notarem? Quantos momentos vazios até os corpos vibrarem? Quantos nãos tens que engolir para não falhares? Quantos sonhos serão extintos até te levantares? [Outro] Escrevemos com os ossos, não com os dedos. Com a alma esfolada nas paredes de cada verso. Não fazemos disto um hobby, fazemos disto o último sopro antes de afundar. Isto é para todos os que escrevem sabendo que talvez ninguém vá ler. Por todos os que rimam como quem sangra sem plateia, sem likes, sem palco, mas com um fogo que arde no silêncio. Somos os bastardos da indústria, filhos do anonimato, herdeiros de cadernos rasgados e microfones partidos. Escrevemos como quem reza, como quem cospe pedras, como quem tenta escavar um nome na parede da história mesmo sabendo que o tempo apaga tudo. Mas seguimos. Porque cada barra é cicatriz. Porque cada silêncio que engolimos nos ensinou a falar mais alto dentro de nós. E se nunca nos ouvirem…ao menos que sintam o eco. Porque nós fomos. Mesmo que não saibam que fomos. M.Silêncio --