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Olá! Como vai você? Tudo bem? Espero que sim!! E hoje, chegamos à última das 3 entregas dos capítulos que compõem o livro “NÓS - Um breve resumo dos nós que nos unem”. Nesta terceira parte seguimos falando sobre a herança afetiva que recebemos dos nossos pais e antepassados, e como isso, realmente, gera impactos conscientes e inconscientes tanto para nós como para as gerações seguintes. Nos capítulos anteriores, vimos que: Legado emocional é a marca que uma pessoa deixa em outras ao longo da sua vida e que permanecerá após a sua morte. Estamos falando de raízes emocionais profundas, sentimentos de tão longo prazo que passam de uma geração para outra. Esse legado é composto por memórias, sentimentos, valores, hábitos e visão de mundo, transmitidos e perpetuados nas relações pessoais através de ações, palavras, ensinamentos e atitudes. Na prática, isso molda a base das nossas relações familiares, pois é sobre a forma como uma pessoa faz as outras se sentirem e se verem, gerando influência positiva ou negativa no bem-estar emocional da sua família, amigos e até comunidade. Portanto, podemos dizer que a parentalidade é o alicerce desse processo, porque: Somos uma expressão de tudo que aprendemos de forma consciente ou inconsciente, geração após geração. E isso vale para princípios, comportamentos e todas as áreas da nossa existência. Como Clube Orekare, entendemos a urgência de ampliar a compreensão dessa bagagem que cada um de nós carrega em si. Precisamos aprofundar o entendimento do que recebemos das nossas famílias para identificar se há feridas ou curar dores que estejam, de alguma forma, atuantes em nossos relacionamentos. À medida que aprendemos sobre isso, nos tornamos capazes de gerar um impacto mais saudável e poderoso para a nossa saúde emocional e a das próximas gerações. Essa é uma necessidade urgente, para todos nós. Vamos lá!! CAPÍTULO 5 A TED (Technology, Entertainment, Design), organização sem fins lucrativos é uma entidade dedicada à disseminação de ideias, geralmente na forma de palestras curtas e poderosas. Em 2012, para sua conferência nominada TEDGlobal, o tema escolhido foi “Radical Openness” (Abertura Radical). O objetivo era explorar como a transparência e a conectividade estavam remodelando negócios, ciência, governo e outros campos. Naquele ano o evento aconteceu em Edimburgo, capital da Escócia. Como de praxe, recebeu grandes nomes e atraiu uma audiência global com palestras sendo vistas por milhões de pessoas in loco, online, ajudando a disseminar ideias inovadoras e inspiradoras. Dentre os palestrantes daquela edição estava Amy Cuddy, que naquele dia, ao subir ao placo em Edimburgo, com certeza não imaginava que se tornaria o exemplo perfeito de como mais que do uma ideia, uma história redentora, pode capturar a imaginação global e influenciar o comportamento e as práticas de milhões de pessoas. A palestra de Amy era sobre linguagem corporal. Ela subiu ao palco e apresentou suas descobertas sobre como “poses de poder” podem aumentar a confiança e influenciar os níveis hormonais, levando as pessoas a se sentirem mais poderosas e assertivas. Ela nos mostrou que a forma como decidimos nos posicionar corporalmente pode mudar nossas mentes, assim como nossas mentes podem mudar nosso comportamento e nosso comportamento nosso destino. Até aí, era mais uma psicóloga comportamental falando coisas muito interessantes. Por exemplo, ela mostrava como, ao escolhermos nos colocar em uma posição corporal mais confiante, esse gesto influencia positivamente a forma como nos sentimos e até aumenta nossas chances de sucesso. Até que ela disse: “Quando falo isso para as pessoas elas me dizem: Isso parece falso. Eu digo: finja até conseguir. E as pessoas respondem: não, isso não sou eu.... não quero conseguir e me sentir uma fraude. Não quero conseguir para depois não sentir que eu não deveria estar ali”. Diante desse dilema, Amy decidiu contar sua própria história. Aos 19 anos, enquanto estudava na Universidade do Colorado, ela sofreu um grave acidente de carro que resultou em uma lesão cerebral traumática. Os médicos disseram que ela não conseguiria recuperar plenamente suas capacidades cognitivas e que, portanto, deveria desistir da carreira acadêmica, pois aquilo já não era mais para ela. Na infância, Amy havia sido reconhecida como superdotata devido ao seu alto QI. Ao receber esse diagnóstico, ela saiu da faculdade e sentiu como se sua identidade tivesse sido roubada, por isso decidiu não desistir. Determinada, insistiu. Voltou a estudar e levou quatro anos a mais que seus colegas para formar-se. Depois, buscou com todas as suas forças e conseguiu uma vaga para um doutorado em psicologia social na Universidade de Princeton. Contudo, mesmo em meio a todas essas conquistas, ela ainda não se sentia dona do seu lugar, e lá no fundo acreditava no que tinha ouvido aos 19 anos: ela não daria conta, não deveria estar ali, era uma impostora. ...