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Se quiser falar comigo, comente abaixo ou segue nos links importantes: https://odiegomoreira.com.br/ Manual do Homem de Pelúcia: https://mhp.odiegomoreira.com.br/ Você sofre por expectativas que ninguém te prometeu — e isso é mais comum do que parece. Sabe aquela sensação de “tô falhando” numa relação, mas você nem sabe direito qual era a regra do jogo? Então. Nesse vídeo eu puxo esse fio: como a gente cria expectativas em cima de sinais vagos, interpretações, meia-frase, silêncio… e depois sofre como se tivesse assinado um contrato. Eu falo muito de papéis (sim, papéis mesmo): quem é quem numa casa, numa relação, numa conversa difícil. Porque quando os papéis ficam confusos, a gente começa a atuar no escuro — e aí nasce o drama: você tenta agradar, tenta adivinhar, tenta “ser o suficiente”… e no fim só cresce a frustração. O mais louco é que boa parte das nossas expectativas não nasce da maldade: nasce do vazio. E onde falta clareza, a cabeça inventa “histórias” pra completar. Isso aparece direto nas relações familiares. Nas relações familiares, às vezes ninguém prometeu nada, mas você jurou que “era óbvio” que esperavam tal coisa de você. E nas relações familiares isso vira um looping: um se ofende, outro se fecha, outro cobra, outro foge… e as expectativas vão virando uma dívida emocional que ninguém combinou. Aí você percebe que muita dor não é porque a pessoa “fez algo”, mas porque você estava carregando expectativas secretas — e secretas até pra você. No meio disso tudo, eu também falo do básico bem humano: clareza. Quando os papéis ficam mais nítidos, as expectativas ficam mais honestas, e as relações familiares param de depender de telepatia. Assiste até o final porque tem um ponto que costuma virar chave: não é “culpar pai e mãe”, nem “culpar filho”, é parar de sofrer por expectativas fantasma e começar a viver com mais pé no chão.