У нас вы можете посмотреть бесплатно Inês Mendes da Silva. "Às vezes penso que ser influenciador é uma profissão de alto risco" или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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Inês Mendes da Silva descobriu o poder da comunicação, muito antes de surgir o termo marketing de influência. Passou por várias agências de comunicação, onde percebeu que era urgente as figuras públicas terem também uma pegada digital — aliás, ela própria tem 128 mil seguidores no Instagram. Fundou a Notable, onde é agente de figuras como Cristina Ferreira, Rita Pereira (https://www.publico.pt/2026/01/27/imp...) ou João Baião, e é às redes sociais que tem dedicado grande da sua carreira. “Quando entramos nas redes sociais, as redes sociais nem tinham um manual, nem uma promessa de futuro”, recorda a CEO da consultora de comunicação de Lisboa, explicando como foi quase revolucionária a ideia de se conhecer as celebridades sem o intermediário da imprensa ou da televisão. “As pessoas iam ter acesso à Cristina Ferreira sem a barreira da televisão. É quase como se estivesse a falar directamente para o público”, declara a relações públicas no sétimo episódio do podcast A Vida Não é o Que Aparece (https://www.publico.pt/podcast-a-vida...) . Num ecossistema onde a influência digital molda comportamentos, carreiras e discursos públicos, Inês Mendes da Silva explica como o marketing de influência, os criadores de conteúdo e os novos profissionais de social media alteraram para sempre a relação entre marcas e audiências. As redes sociais deixaram de ser apenas espaços pessoais: tornaram‑se ferramentas profissionais, plataformas de impacto e verdadeiros motores de reputação. Este episódio revela como se constrói autoridade, credibilidade e presença online num mercado em rápida expansão — e porque é que a autenticidade continua a ser o maior diferencial no universo dos influencers e das figuras públicas. É quase instintiva essa curiosidade, analisa: “Nós, seres humanos, gostamos de ver mais da intimidade dos outros”. Mas neste jogo entre intimidade e exposição, as redes sociais fizeram nascer milhares de influenciadores e, juntos deles, um conjunto de profissões novas, desde criadores de conteúdo a gestores de páginas — o banco de investimentos Goldman Sachs estima que o marketing de influência vá crescer até 500 mil milhões de dólares em 2027 (perto de 430 mil milhões de euros). “Nós temos pessoas na Notable que têm um milhão de seguidores. Têm uma responsabilidade enorme sobre o que dizem e o que fazem”. Com essa responsabilidade vem o dever de ser “voz activa”, defende, apesar de confessar que o ódio que circula no feed pode ser uma autocensura para estas personalidades. “As pessoas dizem o que querem e o que lhes apetece. A empatia parece mais inexistente. Às vezes penso que isto é uma profissão de alto risco”, lamenta. Siga o podcast A Vida Não É o Que Aparece e receba cada episódio semanalmente, à terça-feira, no Spotify, na Apple Podcasts, ou noutras aplicações para podcasts. See omnystudio.com/listener (https://omnystudio.com/listener) for privacy information.