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Como você classifica o Brega? CANÇÕES ROMÂNTICAS? SUCESSOS DO POVO? CRÔNICAS DO COTIDIANO? HARMONIA E LETRA SIMPLES? MAU GOSTO? BALADAS DE ROCK? ALTO TEOR SENTIMENTAL? SOFRÊNCIA? CAFONICE? MÚSICAS DE KARAOKÊ? KITSCH? GUILTY PLEASURE? O show “Pessoas Cinzas Normais e seu Universo Brega” é formado por releituras de clássicos populares do brega, sertanejo, pagode e derivados. Músicas que todos sabem a letra de cor e estão presentes em toda festa. Odair José, Leandro & Leonardo, Waldick Soriano, Tim Maia, Sidney Magal, Lindomar Castilho, SPC, Nelson Ned, Reginaldo Rossi, Milionário e José Rico, Raça Negra, Roberto Carlos e afins. Venha assistir esse show pra acabar com seus preconceitos a respeito da música do povão. A música brega é o blues do Brasil. Fala das coisas da vida e do mundo com uma sensibilidade semelhante àquela dos afro-americanos que colhiam algodão no sol do Mississipi. Nosso diferencial é a sonoridade, timbres, arranjos e estética musical que a banda dá para as músicas bregas. Não é nada desconstruído, pelo contrário, nos baseamos e tocamos os arranjos originais, mas trazendo nossas características. O repertório é composto dos maiores clássicos da música brasileira. Aqueles que todos sabem a letra de cor. São músicas que estão atravessando gerações e conquistando cada vez mais fãs; Fãs esses que não têm mais preconceito nem vergonha de dizer que ouve Chico Buarque e também brega. O elitismo da mpb acabou, está fora de moda esse conservadorismo musical. Não se sabe ao certo a origem musical do “brega”. Críticos apontam alguns precursores do “estilo” em cantores das décadas de 1940 e 1950, que seguiam, através do bolero e do samba-canção, uma temática mais “romântica”. De um lado, surgiu uma geração oriunda da classe média universitária e que se consolidaria, na década seguinte, sob a sigla MPB, nada menos do que “música popular brasileira”. Por outro, o movimento tropicalista inspirado em correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira e por manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais – e o Iê-iê-iê – que capitaneou o Rock’n Roll estrangeiro, dando-lhe uma roupagem nacional, e que se transformou num grande fenômeno de venda e aceitação popular. É o caso, por exemplo, do pernambucano, Reginaldo Rossi que sempre foi fiel ao movimento brega. O meio musical predominante definia os nomes da chamada MPB, gênero cada vez mais distante de outras vertentes populares da música brasileira, como o samba, a música caipira, além do rock feito no Brasil e da música romântica, já com ares de sertanejo moderno. A chamada música romântica teve em Roberto Carlos o seu maior representante. O cantor capixaba era um dos poucos artistas que fazia música romântica sucesso de crítica e de público. Na segunda metade dos anos setenta, uma “nova vertente cafona” surgia com destaque. Era um estilo de roupagem “moderna”, bastante influenciado pela discotheque e o pop dançante em voga à época, e que enfatizada danças e gestos sensuais (para alguns, no limite da vulgaridade). A partir da década de 1980, o termo “brega” passou a ser cunhado largamente na imprensa brasileira pelos meios-de-comunicação para designar, de maneira pejorativa, música sem valor artístico. Embora sem uma conceituação aprofundada, servia para designar uma “música de mau gosto, geralmente feita para as camadas populares, com exageros de dramaticidade e/ou letras de uma insuportável ingenuidade”. Era o caso por exemplo do trabalho de cantores da linha romântica “cafona”, constantemente presentes em programas de auditório da TV. A escolha das palavras e o significado que é dado a elas tornam os enunciados mostras de julgamentos de gostos que rebaixam um determinado gênero musical. Nos discursos da crítica, a música “romântica” é representada como algo da ordem da inferioridade, “como se a produção musical desta geração de cantores/compositores não tivesse nada a ver com a nossa realidade social. Grande exemplo, um dos maiores sucessos de vendas e execuções em rádio, é Amado Batista, que é sucesso de norte a sul do país com suas músicas que falam das carências e problemas da maioria do povo brasileiro. Música sempre música, seja qual for sua vertente sempre terá que andar de braços dados com o povo. E a chamada música brega sem dúvida é uma paixão nacional. Preconceitos a parte, a música chamada brega conseguiu sobreviver e ser mais popular do que nunca, tornando-se um elo importante entre artistas e grande parte da população brasileira que canta uma realidade que nem sempre conhecemos. Exemplo maior é Odair José que é reconhecido como um dos mais populares artistas do gênero. Ainda hoje, mais do que nunca nossa música popular vive de seus ídolos e suas raízes, independente de críticas e, ou, manifestações de agrado por todo o Brasil, ouve-se a chamada música popular abraçando seu povo e fazendo de norte a sul a consolidação de nossas raízes populares. “Brega é o coração que nunca amou”