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Jesus, ao ensinar sobre a necessidade de orar sempre sem desanimar, contou uma parábola aos seus discípulos. Ele falou de uma cidade onde vivia um juiz que não temia a Deus nem respeitava os homens. Na mesma cidade, havia uma viúva que buscava justiça. Ela enfrentava dificuldades, pois alguém havia cometido uma injustiça contra ela, e ela não tinha ninguém para defendê-la ou lutar por seus direitos. Determinada a obter justiça, a viúva foi até o juiz. Ela disse: "Faz-me justiça contra o meu adversário!" Sua voz era firme, mas o juiz, indiferente, recusou-se a atendê-la. O juiz era conhecido por sua frieza e falta de compaixão. Não se importava com as leis divinas nem com o sofrimento das pessoas. Ele via o pedido da viúva como algo sem importância. Apesar disso, a viúva não desistiu. Dia após dia, ela retornava ao tribunal. Sempre com a mesma súplica: “Faz-me justiça contra o meu adversário!” Sua persistência começou a incomodar o juiz. No início, ele tentou ignorá-la. Fez de tudo para evitar a mulher, mas ela era incansável. Suas visitas constantes o deixavam frustrado, pois ela não mostrava sinais de desistência. O juiz, irritado, começou a refletir sobre a situação. Ele disse consigo mesmo: “Embora eu não tema a Deus nem respeite os homens, essa viúva está me incomodando.” Ele percebeu que, se não atendesse ao pedido dela, ela continuaria vindo. Sua determinação e coragem estavam desafiando sua postura egoísta e insensível. “Vou fazer-lhe justiça,” decidiu o juiz. “Não porque me importe com ela ou com Deus, mas porque não quero ser incomodado constantemente. Essa mulher é muito persistente!” Assim, o juiz finalmente atendeu ao pedido da viúva. Ele garantiu que ela obtivesse justiça contra seu adversário, encerrando sua longa e incansável luta. Depois de contar a parábola, Jesus olhou para os discípulos e disse: “Ouçam o que diz o juiz injusto. E Deus, acaso, não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele dia e noite?” “Ele será tardio em respondê-los?” Jesus continuou. “Digo-lhes que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando o Filho do Homem vier, encontrará fé na terra?” A parábola mostrou aos discípulos que, assim como a viúva foi persistente, eles deveriam ser perseverantes na oração. Deus, diferente do juiz injusto, é justo e misericordioso. Jesus ensinou que a fé persistente move o coração de Deus. Embora a resposta nem sempre venha imediatamente, o Pai Celestial nunca ignora os clamores sinceros de Seus filhos. A coragem da viúva também inspirou os discípulos. Mesmo sem poder ou influência, ela confiou na justiça e não permitiu que a indiferença do juiz a desanimasse. A viúva representava todos os que sofrem injustiças neste mundo. Sua história é um lembrete de que Deus é o juiz supremo e ouve os clamores de quem confia n’Ele. Os discípulos entenderam que a oração persistente não é apenas pedir, mas também confiar que Deus responderá no tempo certo, com amor e sabedoria. Jesus também queria que eles refletissem sobre sua própria fé. Ele perguntou: “Quando eu voltar, encontrarei pessoas com a fé e determinação dessa viúva?” A parábola reforçou que Deus não é como o juiz injusto. Ele ama seus filhos e é fiel para ouvir e responder suas orações, mesmo que às vezes a resposta pareça demorada. A viúva persistente deixou um exemplo poderoso: nunca desistir diante de desafios, confiando que a justiça de Deus sempre prevalecerá. Assim, Jesus encorajou os discípulos a orar com fé e perseverança. CUIDE DA SALVAÇÃO DA SUA ALMA...