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Zilda Maria de Paula, de 72 anos, divide um dos dois sofás de casa com três cães vira-latas: Neguinho, Magrinho e Pim. Há dez anos, eram nove cães, que faziam parecer pequeno o imóvel no Morro do Piolho, divisa de Barueri com Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Eles foram adotados pelo único filho dela, Fernando Luiz de Paula, apaixonado por animais desde criança. A mesma casa agora parece enorme, diz Dona Zilda, como é conhecida, conforme os bichos foram dando adeus à vida. O maior vazio do lar, no entanto, é pela falta de Fernando. O filho dessa ex-empregada doméstica, hoje uma das representantes do movimento Mães de Osasco, foi morto a tiros aos 34 anos na noite 13 de agosto de 2015 — no caso que ficou conhecido como a Chacina de Osasco e Barueri. O episódio teve 17 pessoas executadas a sangue frio e outras sete sobreviventes, baleadas nas ruas e em pequenos comércios das duas cidades por agentes de segurança pública que formavam ilegalmente uma milícia de “bicos” de segurança privada. Os assassinos queriam vingar, com uma matança indiscriminada, as mortes de um policial militar e de um guarda civil. Leia a reportagem completa em ponte.org Assista mais em [playlist/vídeo] Gostou desse vídeo? Inscreva-se no nosso canal e ative as notificações: / pontejornalismo Apoie o jornalismo independente da Ponte: ponte.org/tamojunto Siga a Ponte nas redes: Facebook: pontejornalismo Instagram: @pontejornalismo Twitter: @pontejornalismo Telegram: pontenotelegram TikTok: @pontejornalismo