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Creio que a China continua patrocinando as soluções pacíficas. Enquanto representantes do grande capital abertamente têm fomentado guerras e conflitos. É o que eu esperava mesmo. O poder capitalista está desesperado e em um beco sem saída. A guerra se apresenta como alternativa palatável. Todos os que pensam apenas sob o prisma geopolítico podem mais facilmente aderirem ao espírito belicista e, até, à propaganda da guerra. Mas, muito cuidado tem que ser tomado aqui, para a gente não cair no moralismo humanista, ou um humanismo moralista, como queiram. A guerra, as guerras, a guerra civil e as grandes guerras internacionais, tudo isto é parte da nossa realidade e não temos porque temer ou repudiar isto em absoluto. Pode ser necessário. Quando não resta ourtra alternativa, na impossibilidade de se defender de outra maneira, toda pessoa e grupo social termina por lançar mão da violência ou termina se submetendo a ela. Aquele que está sendo oprimido, aquele que está sendo ameaçado em sua existência ou dignidade, aquele que está sendo abusado, como pedir que não reaja com violência? Ao contrário, esta violência é bem vinda, é libertadora, é humanizante. Historicamente, no plano do sistema mundial, temos que entender quais são as razões profundas da guerra na contemporaneidade e dos conflitos sociais e políticos crescentes mundo afora. Sempre vão existir motivações ideológicas aparentes ou populares, mas sempre existirão também as razões socio-econômicas estruturantes. E uma densa camada de razões intermediárias, políticas e geopolíticas, por exemplo. Não é possível ignorar que a condição de esgotamento da onda neoliberal no sistema capitalista mundial está subjacente a toda essa ebulição bélica e de conflitos internos e internacionais. As condições de realização do capital estão muito apertadas. A classe trabalhadora teve a sua renda e os seus direitos reduzidos em grandes proporções e, agora, isto mesmo faz com que a roda da acumulação capitalista produza muito mais atrito. Estamos em uma grande crise econômica, característica de um extremo de concentração da riqueza nas grandes economias capitalistas centrais do mundo. É óbvio que é do empobrecimento, relativo e absoluto, das classes trabalhadoras, muito mais do que do crescimento da migração, que vem toda esta tensão em relação a migrantes e toda a xenofobia que ela despertou. Isso não nasce de um projeto ideológico da extrema direita, isto se torna um projeto ideológico de extrema direita porque não é possível o capitalismo liberal dar uma resposta resolutiva à crise econômica, já que a imensa concentração da riqueza é a razão básica desta crise e é impossível ao liberalismo econômico conservador abrir mão dos princípios de livre acumulação e concentração de riqueza e poder econômico, que o caracterizam. Ao contrário, eles querem é mais. E é aí que a solução absurda da guerra passa a ser mais razoável para as elites. Da mesma maneira que parece razoável para uma parte das massas frustradas, sem perspectiva, empobrecidas, identificar os migrantes como os grandes causadores dos seus problemas ou apenas endereçar contra eles a sua raiva, o seu ódio. O fascismo e a guerra são duas faces da mesma moeda, são respostas disfuncionais, destrutivas, monstruosas, do capitalismo à sua crise. Foi contra estes três monstros: a crise econômica e o fascismo e a guerra, decorrentes, que a grande onda socializante, a onda social democrática, se você quiser, se formou e emergiu no mundo antes da metade do século passado. Não será diferente agora. Mas, agora será uma onda mais socializante. O aspecto mais central desta guinada nas oscilações da economia capitalista mundial, o seu principal indicador, é, ao fim, a distribuição da riqueza social. Índice de Gini e outros, a participação dos 1 e 10% mais ricos e dos 50% mais pobres. Mas, especialmente a participação dos 50% mais pobres na riqueza e na renda sociais. Pois este é o indicador mais direto de sua capacidade de consumo, de seu poder de compra, fator determinante na crise de realização da economia liberal. Estamos, agora, nos principais países do mundo, nos piores níveis de distribuição da riqueza social, desde o fim da segunda guerra. Isto leva a uma dificuldade real de realização do capital. A própria concentração de riqueza e poder que está na base da ideologia liberal leva a isto. Daí este estresse todo. Esta é a causa mais profunda da emergência da guerra e do fascismo e de tantas mortes desnecessárias. O capitalismo, por paradoxal que isto seja, é uma forma efetiva, ainda que de baixa eficiência e alto custo social, para a concentração de recursos e a realização da produção e desenvolvimento, coletivos. E, é óbvio, os erros do capitalismo vão ficando cada vez mais evidentes com o desenvolvimento tecnológico, ou seja, com o desenvolvimento da riqueza humana.