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As indulgências são uma ajuda da Igreja, que utiliza dos tesouros infinitos da graça, para nossa santificação! A indulgência é o perdão que a Igreja dispõe, através de determinada obra que o fiel pode fazer unido ao desejo sincero de conversão e comunhão com Deus, pela qual se diminui ou mesmo cancela as penas do purgatório devidas pelos nossos pecados. Abaixo, coloco a explicação de como se recebe a Indulgência plenária usando como EXEMPLO a bênção URBI ET ORBI que foi dada pelo Papa Francisco no dia 27 de março de 2020: Normalmente, para se lucrar indulgência plenária, são necessários cinco requisitos: 1) execução da obra enriquecida da indulgência (no caso, receber com devoção e piedade a bênção dada pelo papa a Roma e ao mundo); 2) confissão sacramental; 3) comunhão eucarística; 4) oração nas intenções do santo padre, o papa; 5) repulsa de todo afeto a qualquer pecado até venial. Entretanto, nas atuais circunstâncias, estamos impedidos de receber os sacramentos. O que devemos fazer? Por orientação do próprio papa, a confissão sacramental deve ser substituída por um ato de contrição perfeita e a comunhão eucarística pela comunhão espiritual. Contrição é o arrependimento de haver ofendido a Deus, unido ao propósito de não mais pecar e à intenção de confessar os pecados e repará-los. Existem duas espécies de contrição: a contrição perfeita e a contrição imperfeita, também chamada atrição. A diferença entre as duas é o motivo: a contrição perfeita é motivada pelo amor de Deus (arrependemo-nos do pecado porque ofendemos a Deus a Quem amamos e que é infinitamente Bom) e a contrição imperfeita ou atrição é motivada pelo temor de Deus e da justiça divina (arrependemos de ter ofendido a Deus porque Ele nos pode castigar). A contrição por amor de Deus é chamada perfeita porque, por si só e imediatamente, nos põe em estado de graça e perdoa nossos pecados. A contrição imperfeita não perdoa os pecados, mas para que a confissão sacramental seja válida é necessária pelo menos uma das espécies de contrição, seja a perfeita, seja a imperfeita. Porém, para lucrar indulgência se requer estado de graça: portanto, no impedimento da confissão sacramental, devemos praticar um ato de contrição perfeita para lucrar a indulgência anexa à bênção papal. Praticar o ato de perfeita contrição não é rezar o texto do ato, mas ter o seu sentimento interior: as palavras devem concordar com o coração. A comunhão eucarística, por sua vez, e orientação do santo padre, deve ser substituída pela comunhão espiritual. A comunhão espiritual é um grande desejo de receber o Santíssimo Sacramento. Portanto, para lucrar indulgência plenária hoje são necessários estes cinco requisitos: 1) receber com devoção e piedade a bênção dada pelo papa à cidade de Roma e ao mundo (urbi et orbe); 2) ato de perfeita contrição; 3) comunhão espiritual; 4) oração nas intenções do santo padre, o papa; 5) repulsa de todo afeto a qualquer pecado até venial. (Texto elaborado pelo Mons. Jonas da Administração Apostólica São João Maria Vianney).