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ANTÓNIO JOSÉ FORTE: «O MANO FORTE» Breve tábua biográfica de António José Forte (1931 – 1988), o «mano Forte», como o escritor Luiz Pacheco o apelidava: • Natural de Vila Franca de Xira (Póvoa de Santa Iria). • Filho de um funcionário dos Caminhos-de-Ferro. • Possuía apenas o curso da escola Técnica, o equivalente ao 9º ano: depois disso, tudo quanto aprendeu na vida foi como autodidata. • Escritor e poeta surrealista. • Foi casado duas vezes: com Amélia Bento (farmacêutica) e, mais tarde, depois da Revolução dos Cravos, com Aldina Costa (pintora). • Teve uma filha: Gisela Marta Bento Neves Forte. • Poeta ligado ao movimento surrealista, integrou, nos anos 50 e 60, com Mário Cesariny, Herberto Helder e outros, o chamado “Grupo do Café Gelo”. • Trabalhou como funcionário da Fundação Calouste Gulbenkian, onde durante mais de 20 anos desempenhou as funções de Encarregado das Bibliotecas Itinerantes da fundação, transportando-se numa Citroen abastecida de livros, levando a cultura e o prazer da leitura a regiões isoladas do país. • Deixou uma obra breve, mas que claramente o afirma como um consumado poeta. Com colaboração na revista Pirâmide e em vários jornais (A Rabeca, Notícias de Chaves, O Templário, Diário de Lisboa, A Batalha, Jornal de Letras, Artes e Ideias), publicou o seu primeiro livro, 40 Noites de Insónia de Fogo de Dentes Numa Girândola Implacável e Outros Poemas, em 1960. Representado em inúmeras antologias poéticas, António José Forte é também autor do livro de poesia infantojuvenil: Uma rosa na tromba de um elefante, dedicado à sua filha Gisela. • A sua poesia está reunida em Uma Faca nos Dentes, com um prefácio do poeta Herberto Helder, seu amigo de muitos anos. • António José Forte possuía uma conceção do artista como homem político, daí nunca ter separado a poesia da obrigação ética do poeta: «A ação poética implica: para com o amor uma atitude apaixonada, para com a amizade uma atitude intransigente, para com a revolução uma atitude pessimista, para com a sociedade uma atitude ameaçadora. As visões poéticas são autónomas, a sua comunicação esotérica (…) por isso, para que não me confundam nem agora, nem nunca, declaro a minha revolta, o meu desespero, a minha liberdade, declaro tudo isto de faca nos dentes, de chicote em punho e que ninguém se aproxime para aquém dos mil passos.» • Morreu aos 57 anos, em Lisboa. Obras: – 40 noites de insónia de fogo de dentes numa girândola implacável e outros poemas (1960); – Uma rosa na tromba de um elefante (1971); – Teses sobre a visita do Papa (1982); – Uma faca nos dentes (1983), com prefácio de Herberto Helder; – Caligrafia ardente (1987); – Poemas de amor (2006);