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Quem assistiu “300” na adolescência sabe que números podem contar histórias de coragem. Meu espírito de quinta série ainda me tenta a abrir a porta da sala de cirurgia com o famoso pisão “This is Spartaaa!”. Ainda bem que consigo controlar essa parte da minha mente. Se para Leônidas esse número significou excelência, resistência e luta, aqui ele virou sinônimo de jornada: quase 300 km percorridos até o consultório, mais de 300 sessões de fisioterapia, tantas consultas que já perderam a conta. Além de amar treinar, ela convive com lúpus, uma condição que muita gente não associa à dor neurológica, recebeu diagnóstico de fibromialgia e falou até de classificação para dor nociplástica secundária. Em meio a tantas tentativas difíceis e frustradas, decidiu tentar um caminho diferente: olhar para os nervos. Porque dor crônica não se resume a anticorpos, músculos e articulações. Neuropatias compressivas podem se sobrepor a outras doenças e muitas vezes passam despercebidas. Quando tratadas de forma microcirúrgica, elas podem devolver força, sensibilidade e liberdade de movimento sem prometer milagres — mas oferecendo algo que parecia perdido: esperança. Assim como os 300 espartanos escolheram seu campo de batalha, nós escolhemos o nosso: o centro cirúrgico. Afinal, “This is where we fight!” (Eu realmente adoro esse filme 😅) Se você se reconhece nessa história, compartilhe. Às vezes, dar mais um passo pode ser o começo da virada.