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Relator da CPMI do INSS diz que houve “bacanal” no escândalo e chama ausência de Vorcaro de “esculhambação” O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, subiu o tom ao comentar o avanço das apurações sobre desvios envolvendo benefícios e consignados e afirmou que o país viveu um “bacanal” diante do escândalo. Em um longo desabafo durante a sessão, ele também classificou como “esculhambação” a ausência do banqueiro Daniel Vorcaro, apontado por parlamentares como peça central em requerimentos e pedidos de informações na comissão. Gaspar disse que “não aguento mais todo mundo falando desse rapaz” e criticou a justificativa apresentada para a falta, afirmando que ele “só vem de jatinho”. “Se essa moda pega, ninguém vai ouvir mais ninguém no Brasil afora”, declarou. O relator ainda ironizou o que chamou de prestígio do banqueiro, ao afirmar que Vorcaro “conseguiu o que nenhum parlamentar até hoje conseguiu”: se reunir no Palácio do Planalto com o presidente Lula “quatro vezes fora da agenda”, segundo o deputado. Na mesma fala, Gaspar afirmou que, ao analisar o mercado de consignados, “sabe onde nasceu a zona? Nasceu na Bahia”, e voltou a citar o “Crédito Sexta” como origem do que descreveu como descontrole no sistema. Ele disse que há uma narrativa concentrada no Banco Master sem olhar para o que chamou de “nascedor dos consignados” e mencionou figuras do PT no estado, incluindo o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, em meio às críticas. O deputado também atacou o que chamou de falta de reação diante de um “contrato moral” de “129 milhões de reais”, sugerindo que poderia ser “pagamento de proteção”, e afirmou que “ninguém tem coragem” de tratar do tema. Em seguida, citou disputas internas na sessão e alegou que a “verdade incomoda”, ao reclamar de interrupções enquanto apresentava seus argumentos. Ao final, Gaspar afirmou que a base do governo teria atuado para “blindar” nomes e instituições financeiras na CPMI e criticou o que chamou de “bandido de estimação”. Ele disse reconhecer uma decisão do ministro André Mendonça por liberar acesso a dados, mas reclamou de outro ponto ao afirmar que foi “facultado” a Vorcaro não comparecer, enquanto, segundo ele, “quatro instituições financeiras” teriam sido poupadas de escrutínio na comissão.