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Para quem quiser adquirir o livro "O Calvinismo Explicado" acesse o link: https://calvinismoexplicado.com.br/ Debate entre Francisco Tourinho e Jadson Targino sobre a natureza da expiação no reformador de Genebra, se limitada ou ilimitada. Fontes usadas por mim no debate para mostrar que Calvino nunca pessou que Cristo morreu por todas as pessoas. “E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” “Ele [João] adicionou isto à maneira de ampliação, a fim de que os fiéis se assegurassem de que a expiação feita por Cristo se estende a tantos quantos pela fé abraçam o evangelho. Aqui é possível que se suscite a seguinte indagação: como os pecados do mundo inteiro foram expiados? Passo por alto as tagarelices dos fanáticos que sob este pretexto estendem a salvação a todos os réprobos, e portanto ao próprio Satanás Algo tão monstruoso nem merece refutação. Aqueles que buscam evitar este absurdo costumam dizer que Cristo sofreu suficientemente pelo mundo inteiro, mas eficientemente só pelos eleitos. Esta solução comumente tem prevalecido nas escolas. Ainda que, pois, eu admita que o que se tem dito seja verdadeiro, contudo nego que seja próprio a esta passagem; pois o desígnio de João não era senão tornar este benefício comum a toda a igreja. Por isso, sob a palavra todo ou inteiro ele não inclui os réprobos, mas designa aqueles que então viviam dispersos através das várias partes do mundo. Pois aqui se faz realmente evidente, como é próprio, que a graça de Cristo é a única verdadeira salvação do mundo.” calvino comentario de 1 jo 2:2 “O termo universal todos deve referir-se sempre a classes de homens, e não a pessoas. É como se ele tivesse dito que não só judeus, mas também gentios, não só pessoas de classe humilde, mas também príncipes, foram redimidos pela morte de Cristo.” (John Calvin, Commentaries on the Epistles to Timothy, Titus, and Philemon, trans. By Rev. William Pringle. Grand Rapids: Baker, 2003, 57. 1Tim 2.5). Comentando 1Timóteo 2.4, ele escreve: “Não há no mundo povo e classe que esteja excluída da salvação; porque Deus deseja que o evangelho seja proclamado a todos sem exceção. [...] O presente discurso se relaciona com classes de homens, e não com pessoas individuais.” (Calvin, Commentaries on the Epistles to Timothy, Titus, and Philemon, 54-55. 1Tim 2.4). Ele prossegue dizendo: À luz deste fato, fica em evidência a pueril ilusão daqueles que creem que esta passagem contradiz a predestinação. Argumentam: “Se Deus quer que todos os homens, sem distinção alguma, sejam salvos, então não pode ser verdade que, mediante seu eterno conselho, alguns tenham sido predestinados para a salvação e outros, para a perdição.” Poderia haver alguma base para tal argumento, se nesta passagem Paulo estivesse preocupado com indivíduos; e mesmo que assim fosse, ainda teríamos uma boa resposta. Porque, ainda que a vontade de Deus não deva ser julgada à luz de seus decretos secretos, que ele no-los revela por meio de sinais externos, contudo não significa que ele não haja determinado secretamente, em seu íntimo, o que se propõe fazer com cada pessoa individualmente (Calvin, Commentaries on the Epistles to Timothy, Titus, and Philemon, 54. 1Tim 2.4) Porque a GRAÇA SALVADORA de Deus se há MANIFESTADO a TODOS OS HOMENS. Tito 2:11 Ele baseia seu argumento no propósito divino para a redenção, o qual, segundo ele, consiste no desejo de se viver uma vida piedosa e justa. Daqui segue-se que o dever de um bom mestre consiste em exortar os homens para que vivam uma vida santa, e para que não se ocupem de especulações sem valor real. Como Zacarias declara em seu cântico: “De conceder-nos que, libertados da mão de nossos inimigos, o serviríamos sem temor, em santidade e justiça perante ele, todos os dias de nossa vida” Lc 1:74-75 Ele quer dizer que a própria graça de Deus nos instruiria a ordenar nossas vidas corretamente. Alguns estão prontos a converter a pregação do evangelho da misericórdia de Deus em pretexto para um viver licencioso, enquanto que a displicência impede a outros de ponderarem sobre a renovação de sua vida. Mas a revelação da graça de Deus, inevitavelmente, traz consigo exortações para um viver piedoso. Trazendo salvação a todos os homens. O apóstolo expressamente declara que a salvação vem ao encontro de TODOS OS HOMENS, tendo em mente ESPECIALMENTE OS ESCRAVOS de quem estivera precisamente falando. Ele NÃO está se referindo a PESSOAS INDIVIDUALMENTE, mas, antes, A TODAS AS CLASSES DE PESSOAS com suas diversas formas de vida; e põe forte ênfase sobre o fato de que a graça de Deus se condescendeu até mesmo dos escravos. Visto que Deus NÃO DESPREZA nem mesmo A MAIS HUMILDADE e a mais degradada CLASSE DE PESSOAS, seria extremamente irracional se porventura nos fizéssemos negligentes em abraçar sua generosidade. Calvino, João. Série Comentários Bíblicos - Pastorais. Fiel p 336-337.