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AVISO EDUCATIVO Este vídeo tem finalidade estritamente analítica, histórica e educativa. O conteúdo apresentado é baseado em conceitos desenvolvidos por pensadores acadêmicos reconhecidos — Mikhail Bakhtin, Vilfredo Pareto e Guy Debord — e em eventos históricos documentados. Este vídeo não representa ataque, difamação ou crítica a nenhum grupo étnico, cultural, religioso ou social. O carnaval brasileiro e suas manifestações culturais são tratados como objeto de análise estrutural, não como alvo de julgamento moral. Nenhuma teoria conspiratória é apresentada ou endossada. A análise parte do princípio de que estruturas sociais produzem resultados previsíveis através de incentivos — não de intenções ocultas ou agentes maliciosos. As simulações históricas e cenários narrativos apresentados são recursos didáticos baseados em contextos históricos reais, não afirmações de fatos específicos não documentados. O objetivo deste conteúdo é estimular o pensamento crítico e a análise histórica e sociológica. O espectador é sempre encorajado a consultar as obras originais dos autores citados e a formar suas próprias conclusões. O Carnaval é realmente do povo ou apenas um mecanismo de controle social? Analisamos a estrutura por trás da maior festa do mundo sob a ótica de Bakhtin, Pareto e Guy Debord. Entenda por que a "migalha" é o que mantém a estrutura intacta. Todo ano, milhões de pessoas param. Trabalho para. Cidade para. E por alguns dias, a narrativa é unânime: o carnaval pertence ao povo. Mas existe uma pergunta que raramente é feita. Por que toda sociedade altamente estratificada da história produziu, em algum momento, uma festa para os de baixo? Esse vídeo não é uma crítica ao carnaval. É uma análise da estrutura por trás dele — da origem histórica do mecanismo de inversão simbólica, da captura institucional da festa popular no Brasil, da transformação da experiência coletiva em espetáculo de consumo passivo, e do que tudo isso produz como resultado social previsível. Não há vilões nessa análise. Não há conspiração. Há incentivos, estruturas e padrões históricos que se repetem há mais de dois mil anos — de Roma a Bizâncio, do Estado Novo ao sambódromo contemporâneo. A migalha satisfaz. Essa é exatamente a questão. AUTORES E OBRAS CITADOS Este vídeo utiliza como base conceitual três pensadores cujas obras são verificáveis e academicamente reconhecidas: Mikhail Bakhtin — A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento: O Contexto de François Rabelais (1965) Filósofo e teórico literário russo. Desenvolveu o conceito de carnavalização — a inversão simbólica temporária das hierarquias sociais como mecanismo de renovação da ordem, não de ruptura com ela. Vilfredo Pareto — Tratado de Sociologia Geral (1916) Economista e sociólogo italiano. Desenvolveu a teoria das elites e o conceito de derivações — narrativas e rituais que justificam comportamentos de interesse sem revelar sua função estrutural real. Também conhecido pela teoria da circulação das elites. Guy Debord — A Sociedade do Espetáculo (1967) Filósofo e teórico francês. Desenvolveu o conceito de espetáculo como relação social mediada por imagens — a substituição da experiência vivida pela sua representação, e a pseudo-participação como forma de gestão do tempo e da energia coletiva. Ensinamentos do Prof. Jiang é um canal dedicado à análise fria e estrutural do mundo moderno. Aqui você encontrará reflexões profundas sobre educação, meritocracia, poder, elites, geopolítica, religião, sociedade e futuro, inspiradas nas ideias, aulas e análises do Prof. Jiang Xueqin. ⚠️ DISCLAIMER (IMPORTANTE) Este canal não é oficial, não é afiliado e não representa diretamente o Prof. Jiang Xueqin. Os conteúdos publicados são interpretações, análises e ensinamentos inspirados em suas ideias, palestras e linhas de pensamento, apresentados com finalidade educacional, analítica e crítica. As opiniões expressas neste canal não devem ser atribuídas diretamente ao Prof. Jiang Xueqin, nem representam posições institucionais, acadêmicas ou pessoais dele. Todo o material é utilizado com caráter informativo, respeitando o direito à análise, comentário e crítica intelectual.