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Quer saber mais sobre plantas daninhas? Acesse o curso Combo Plantas Daninhas do Agro: https://hotmart.com/product/combo-pla... A cobertura do alvo pode ser calculada pela fórmula: C = 15(VRK2)/AD Em que: C = cobertura (% da área); V = volume aplicado (L/ha); R = taxa de recuperação (% do volume aplicado captado pelo alvo); K = fator de espalhamento de gotas; A = superfície vegetal existente no hectare; D = diâmetro de gotas. Em aplicações com alto volume se consegue elevada cobertura mesmo com gotas grandes, porém, aumenta a probabilidade de perdas por escorrimento. O aumento da taxa de recuperação (R) é obtido utilizando tamanho de gotas mais eficientemente coletadas pelo alto. Gotas carregadas eletricamente induzem na superfície foliar carga elétrica de sinal contrário e são atraídas eletrostaticamente, aumentado bastante a taxa de recuperação pelas folhas. O aumento do fator de espalhamento de gotas (K) pode ser conseguido com adição de agentes tensoativos, que diminuem a tensão superficial, permitindo melhor espalhamento da gota. O aumento da área foliar implica redução da cobertura, se os demais fatores permanecerem constantes. Em áreas foliares grandes, recomenda-se aumentar o volume pulverizado para se obter boa cobertura, no caso da aplicação de herbicidas de contato. O tamanho da gota também é fator importantíssimo; gotas menores proporcionam maior cobertura, porém, também apresentam tempo de vida menor e maior capacidade de deriva. Assim, o tamanho ideal das gotas depende das condições ambientais (vento, umidade relativa e temperatura) e da cobertura desejada e será definido como aquele que seja pequeno o suficiente para produzir boa cobertura e grande o necessário para provocar menor perda por deriva e evaporação. Por outro lado, a cobertura desejada depende do tipo de herbicida a ser aplicado: sistêmico ou de contato. Para aumentar o número de gotas, estas devem ser mais finas ou menores. Para expressar numericamente o tamanho e a uniformidade das gotas, são utilizados quatro parâmetros básicos: Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV); Diâmetro Mediano Numérico (DMN); Coeficiente de dispersão (r); Amplitude de dispersão (Span). Diâmetro mediano volumétrico (DMV) é a mediana do volume das gotas. É o volume da gota que divide o volume pulverizado em duas metades iguais. Diâmetro mediano Numérico (DMN) é a mediana do número de gotas. É o diâmetro que divide o número de gotas em duas porções iguais. Coeficiente de dispersão (r) refere-se à relação entre DMV e DMN. O coeficiente de dispersão expressa a uniformidade do conjunto de gotas. Amplitude de dispersão (Span) é outra forma de expressar a uniformidade das gotas. Assim, quanto menor o valor da amplitude (próximo de zero), mais uniforme é o conjunto das gotas na amostra. Um dos fatores mais dominantes que podem influenciar drasticamente a eficiência de um herbicida ou qualquer outro defensivo agrícola é a distribuição da pulverização. Os principais fatores que afetam a distribuição da calda pulverizada são: Pontas de pulverização; Barra; Perdas de pressão; Filtros obstruídos; Problemas de tubulação influenciando a turbulência do líquido; Condições ambientais; Velocidade do pulverizador e turbulência resultante. Pontas de pulverização: tipo, pressão, espaçamento, ângulo de pulverização, ângulo de desvio, qualidade do perfil de pulverização, desgaste, entupimento e vazão. Os de jato cônico cheio produzem as maiores gotas, seguidos pelos bicos jato plano e pelo de jato cônico vazio. Bicos que apresentam vazões maiores na mesma pressão de trabalho produzem gotas maiores. Um aumento na pressão reduzirá o tamanho, enquanto a redução na pressão aumentará o tamanho de gotas. Pontas com a mesma vazão, na mesma pressão, porém com ângulos maiores, produzem gotas menores. Barra: altura (barra acima da altura recomendada propicia deriva e, abaixo, não permite uniformidade no padrão de deposição, ficando pontos com excesso de gotas e outros com falta) e estabilidade da barra (movimento vertical inclinação e movimento lateral guinada). Referências usadas na aula: Aspectos da biologia e manejo das plantas daninhas / organizado por Patricia Andrea Monquero – São Carlos: RiMa Editora, 2014. 430 p. Matologia: estudos sobre plantas daninhas / Arthur Arrobas Martins Barroso (Organizador); Afonso Takao Murata (Organizador). -- Jaboticabal: Fábrica da Palavra, 2021.