У нас вы можете посмотреть бесплатно HIGH TECH, LOW LIFE EM SEUL | A epidemia das pessoas que não existem или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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Neste vídeo, eu caminho à noite por Seul, na Digital Media City (DMC), com uma pergunta que parece simples, mas é cada vez mais urgente: o que acontece quando “pessoas” podem ser fabricadas? Partindo do caso do Kim Jikooki, uma persona de IA que se apresenta como “coreano” e cresceu rápido nas redes, eu abro a lente para um fenômeno maior: a explosão de IAs que personificam coreanos e coreanas, muitas vezes empurrando o público para DMs, links, paywalls e conteúdo pago. Seul, com suas telas gigantes, vidro, neon e tecnologia onipresente, vira o cenário perfeito para esse “cyberpunk do mundo real”: high tech, low life. Não é mais ficção científica, agora é notificação às 7 da manhã, é comentário pedindo casamento para um avatar, é gente defendendo como real algo que é claramente sintético, e é também um mercado que aprendeu a transformar solidão, desejo e fantasia de K-drama em conversão. Ao longo da caminhada, eu falo sobre coreanidade como atalho de engajamento, a Coreia imaginada que a internet consome, a lógica do algoritmo que recompensa o que é escalável, e o que muda quando voz, rosto e identidade viram ferramentas copiáveis. E no fim eu deixo a pergunta que fica: a gente ainda sabe reconhecer o real — ou só aprende a reagir ao que parece real o suficiente? Tópicos do vídeo: • Kim Jikooki e o “coreano” de IA que viralizou no Brasil • IAs “coreanas” e “coreanos” nas redes: persona, estética e autoridade cultural • O padrão DM → link → paywall (OnlyFans/assinaturas/conteúdo pago) • Relações parassociais, solidão e vício de notificação • Deepfake e a crise de confiança: quando videochamada já não prova nada • “High tech, low life”: o cyberpunk emocional do mundo real 📍 Gravado na Digital Media City (DMC), dia de chuva, fim de inverno, à noite. #coreiadosul #coreia #seul #seoul #vidaemseul #vivendonacoreia #vlognacoreia #gilsonnunchi #dmcseoul #digitalmediacity #cyberpunk #hightechlowlife #inteligenciaartificial #AI #deepfake #aicoreana ▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△ ▶ 00:00 - Abertura em DMC: chuva, futuro e a sensação de set de ficção científica 02:10 - William Gibson e o futuro mal distribuído: DMC como polo do amanhã 03:32 - O cyberpunk que imaginamos vs o cyberpunk que chegou de fato 04:50 - O vídeo de hoje: IAs coreanas e o mar de mulheres que não existem 06:37 - Kim Jikooki: o coreano de exportação que explodiu em dois meses 08:05 - Os comentários que acreditam: duzentas pessoas querendo casar com uma IA 09:21 - "Digital CEO" virou "Influencer IA": a ambiguidade calculada 10:07 - Pai conservador, casamento arranjado e arco de K-drama, feito por uma IA de skincare 11:02 - O pronunciamento oficial: a IA aprendeu a exigir honra e ameaçar processar 12:00 - A problemática cultural: falar pela Coreia sem ser nada 13:47 - O chá termogênico e os chás que um guia coreano real teria (e não tem) 18:47 - Coreanidade como atalho de atenção: ser coreano virou senha de entrada 21:35 - Coreanos reais no Brasil nos anos 80 e 90: quando ser coreano não era capital 22:47 - A pergunta que importa: quem está lucrando com a imagem da Coreia que você tem na cabeça? 24:06 - Coreanidade sintética: do polo declarado (Rozy, PLAVE) ao polo deceptivo 26:47 - O polo deceptivo: deepfake em videochamada, tipo sanguíneo, MBTI e pessoas que nunca existiram 30:49 - O mar de IAs femininas: escala, padrão e o orientalismo automatizado 35:08 - Said e o Orientalismo: a mulher asiática como produto algorítmico do desejo ocidental 36:51 - Sem moralismo barato: a solidão real como raiz de tudo isso 39:06 - O que o cyberpunk não viu: o território mais valioso não é o corpo, é o desejo 42:20 - Gibson, DMC e o outro lado: alguém no DM com um coreano que não existe sentindo companhia 43:02 - Tecnologia sem progresso moral: de Gutenberg ao deepfake industrial 45:04 - Replika, Character.AI e o outro sob medida: o amor que nunca cansa 49:00 - Byung-Chul Han e a Agonia de Eros: o amor sem fricção não te transforma, te mantém confortável 51:19 - Fechamento: o cyberpunk emocional não tem neon suficiente pra iluminar isso 52:13 - Perguntas abertas e aviso sobre o futuro da IA ▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△ ▶ 📚 FONTES E LEITURAS 1. Byung-Chul Han — Agonia de Eros (2015) Tese central: a ausência de negatividade atrofia o amor contemporâneo. 2. Byung-Chul Han — A Sociedade do Cansaço (2012) Obra de referência para a análise da hiperconectividade e solidão digital. 3. Edward Said — Orientalismo (1978) Base para a análise das IAs femininas asiáticas como produto do imaginário ocidental. 4. William Gibson — Neuromancer Primeira grande obra do cyberpunk. Autor da frase central do vídeo: "O futuro já está aqui, só está mal distribuído." ▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△▼△ ▶ Insta: instagram.com/gilsonnunchi Threads: threads.com/@gilsonnunchi Ajude a Chegar em 50.000 INSCRITOS ► @GilsonNunchi