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PROJETO - HISTÓRIA VIVA DE NOVA CANAÃ - BAHIA Idealização e Produção - Zilton Rocha e Fernando Matos Entrevista Concedida a Fernando Matos em Salvador – 06 novembro 2017 A SAGA DE ANTÔNIO L. MARTINS (MUCUGÊ V. DA CONQUISTA, N. CANAÃ E ITAPETINGA – EDER DE O. MARTINS Eder de Oliveira Martins – advogado, nascida em Nova Canaã na região do Rodiador (então pertencente ao município de Poções), em 8/12/1930, filha de Antônio Landulfo Martins (originário da Cidade de Mucujé, 07/04/1898 (filho de Maria Clara e Landulfo Martins dos Anjos) e Durvalina De Oliveira Freitas (originária de Vitória da Conquista, 20/09/1904). Desse casamento foram gerados os filhos: Ezequiel De Oliveira Martins, Noeme Martins Matos; Elza Martins Menezes, e dos gêmeos Ebenézer De Oliveira Martins e Eder De Oliveira Martins. Fez o curso primário no Povoado de Nova Canaã no Instituto Florestal Batista em Nova Canaã, depois início o curso Ginasial em Itapetinga e conclui o Ginásio Taylor Egídio em Jaguaquara. Serviu o Exército em 1963 em Recife onde foi empresário e curso Direito se tornando advogado. Mudou para Montes Claros em Minas Gerais onde foi secretário de finanças do município, tendo sido fazendeiro e atuado com advogado. Antônio Landulfo Martins (1898-1975) – Nascido em Mucujé, 07/04/1898, filho de Maria Clara Brito de Jesus e Landulfo Martins dos Anjos Irmão Idalina, (mais velha), Augusta, Bernardo, Josemiro, Amélia, e irmão por parte de mãe do segundo casamento de Maria Clara; Laudelina, Manoelzinho, João e Américo. Maria Clara Brito de Jesus, resolve mudar-se para Vitória da Conquista, região rica que oferecia oportunidades para trabalho e encontrar melhores condições de vida e seus filhos, principalmente os do primeiro casal que precisavam trabalhar para ajudar a mãe na criação de seus irmãos menores, também sem pai. Ao sair da região das Lavras Diamantinas, deixou Antônio L. Martins com um parente chamado Cel. Doca Medrado, homem forte e político, dono de muitas propriedades e respeitado naquela região, que o criou como filho, mas que foi maltratado o obrigado a servir como empregado daquela família abastada e imperiosa. Tornou-se um jovem revoltado por não ter pai e viver longe de sua mãe e irmãos, apesar de estar sendo orientado por uma família abastada que tinha condições de lhe dar uma boa educação. Pensando na sua mãe e irmãos que residiam em Vitória da Conquista, resolveu sair da tutela do Cel. Doca Medrado para ganhar a vida nos garimpos da Chapada Diamantina onde a atração pelo diamante e outras pedras preciosas era uma febre que queimava e o impulsionava a tornar-se rico e independente pelo trabalho e pela ação. Foi criado, alimentando-se pelo ódio e o desejo de matar aqueles que mataram seu pai que ele não conheceu e cuja tragédia causou mal para toda a família. Chegando em V. da Conquista conheceu Na 1ª Igreja, deu o seu primeiro passo, confirmando a sua decisão de servir a Cristo e em pouco tempo passou professou a fé e foi batizado pelo pastor Abílio Pereira Gomes. Migrou com seu Irmão Bernardo para as Matadas do Gongogi abrindo uma grande fazenda chamada Bala na região onde hoje é Iguai, depois mudou para uma Fazenda no Rodiador, depois para a Umburana, Vila de Água Fria, Nova Canaã e finalmente Itapetinga. Durvalina de Oliveira Freitas (que adotou o nome de Durvalina de Oliveira Martins após casamento com Antônio Landulfo Martins). Portanto, descende dos Oliveiras Freitas e também da família Gusmão por parte da sua avó materna, famílias tradicionais no meio social de Vitória da Conquista. Sua mãe era "giboeira" de sangue. Descendente de: João Gonçalves da Costa e Manuel de Oliveira Freitas (tetravô) Manoel Ângelo de Oliveira Freitas - Vitória Celestina de Oliveira ou Vitória Gomes Gusmão – por ter sido criada com a madrinha que adotou o seu prenome Celestina – filhos: Maria de Oliveira Garcez, Clemente Garcez, Marcelina de Oliveira Amaral (Silu), - Durvalina de Oliveira Martins - Antônio Landulfo Martins, Aurelina de Oliveira Martins, Manuel Dominges de Oliveira (Neuzinho), - Cemiramis de Oliveira Freitas, Isaias de Oliveira Freitas, Júlia Brito de Oliveira (Milarina) e Jeremias de Oliveira Freitas Cidade de Mucugê - é uma das mais antigas da região da Chapada Diamantina. De ocupação anterior indígena, foi fundada no fim do século XVIII. Tem, como característica marcante, os antigos casarões coloniais de estilo português. O lugar foi um importantíssimo centro comercial no século XIX: a economia da época girava em torno da mineração de ouro e, sobretudo, diamantes. Diz-se que, devido à importância da cidade naquela época, Mucugê dispunha até de uma "embaixada" da França. Relatos dos mais velhos anciãos da região alegam que a Mucugê do século XIX, em seu ápice econômico, chegou a abrigar um número próximo a 30 mil pessoas, e que, após a decadência da atividade mineradora, a população despencou drasticamente. EDIÇÃO - Fernando Matos MONTAGEM - CURA FILMES – 2025