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Cursos: https://anapincolini.com.br/cursos-2/ Instagram: @anapincolini Até a década de 1980 havia praticamente um consenso na sociedade brasileira no sentido de que o trabalho infantil tinha um efeito positivo para crianças e adolescentes que viviam em situação de pobreza e risco social. E essa concepção era partilhada em geral por toda a sociedade, dos mais pobres às camadas mais abastadas. Embora a influência dessa ideia tenha diminuído nos últimos anos, ela ainda é reproduzida de modo acrítico em falas como: “É melhor a criança trabalhar do que ficar na rua exposta ao crime”, “é bom a criança aprender uma profissão desde pequena e ajudar a complementar a renda da família”. Essas falas fazem parte do imaginário social sobre o trabalho infantil porque o seu questionamento é muito recente. Por muitos anos, essas justificativas legitimaram a exploração de crianças e adolescentes como mão de mão de obra barata, justificando que eles recebiam menos porque rendem menos que os adultos, tem menos força física, menos qualificação e seu trabalho é só um complemento ao trabalho dos adultos.