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Bellarion é a própria divindade da música. Com um passado trágico, Bellarion causou um grande evento em Volley, após uma "Paixão" errada. Do universo que eu mesmo criei! Volley. Inclusive, tenho um livro escrito para este universo. Volley: Uma nova Luz! Link para o livro: https://a.co/d/3Hn82Lm - Amazon https://loja.uiclap.com/titulo/ua105972 - Uiclap (livro físico) Letra da música: Eu brindava com o eterno nos lábios, Ria com deuses e homens, meus iguais. A música não parava, a taça não secava, E a vida... a vida deles escapava. Dançaram até os ossos dizerem "não", E eu, bêbado de existência, vi o chão... Coberto de amigos que eu não soube salvar. Meu primeiro pecado: aprender a não parar. A culpa é um vinho que nunca envelhece, Só azeda no peito e engrandece. E eu pensei que o tempo, esse rio sem fim, Lavaria o mal... mas a mancha ficou em mim. Ela não sai. Ela é a raiz. O preço de ser um deus feliz. Sim, sou um deus de momentos, não de fins! Um monstro de começos, de pecados infantis! Prometi o impossível num suspiro de paixão, E colhi um deserto de solidão. Sou um deus que ama como uma criança: Cego pro abismo, surdo à lembrança. E o preço... um filho que carrega meu nome na guerra. Sou a maldição herdando a Terra. E então te vi, num salão de máscaras, Um raio de verdade entre fantasmas. Um olhar que calou milênios de som, E eu, monstro imortal, me senti um só. Era proibido. Era loucura. Era o fim. Era o único perdão que eu quis ter para mim. Prometi estrelas ao sussurrar no teu ouvido, Enquanto o teu mundo, mortal, era partido... O sangue no linho. O primeiro choro no ar. A vida que chegou. A morte a nos separar. Ele amaldiçoou o céu com você em seus braços, E eu... fui a causa. Eu, só pedaços. Fugi. Como sempre. Monstro covarde. Deixei um berço virar uma guarda. Mas um som me trouxe de volta à dor: Era o choro do meu filho... pedindo amor. Era a herança da mãe, nos olhos a brilhar, Enquanto o mundo do pai começava a desabar. E a destruidora vem no horizonte... E eu, mais uma vez, olho pro monte. Posso fugir. É o que sei fazer. Deixar o tempo "limpar" meu saber. Mas... Há uma mão pequena que segura o ar. Há uma nota triste pra aprender a cantar. Há um espelho meu, sem a eternidade no olhar. E nele, vejo a chance de... recomeçar. NÃO! Não é dever. Não é obrigação cega. É a escolha que a minha monstruosidade entrega. Se sou um monstro, que seja um que fica! Que ara a terra da própria desgraça! Que rega a semente com o tempo, não com fugas! Que ensina a cicatriz a ser ruga... não ferida aberta. Perdoa-me. Não te ensino só a curar. Te ensino a ficar. E eu vou ficar. VOU APRENDER A SER... PAI. Sim... Sou um monstro. Que está... Aprendendo... A ver o tempo não como um rio que leva... Mas como terra que guarda a semente que eu deixava. E hoje, eu planto. E hoje, eu fico. E hoje... Aprendo a ser o meu próprio milagre.