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Carlos Viana comenta decisão de Alcolumbre e mantém tom técnico sobre quebra de sigilo de Lulinha O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse não estar surpreso com a decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de manter a votação de quinta-feira (25) contestada por governistas. Na ocasião, a comissão aprovou, entre 87 requerimentos, a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista coletiva nesta terça-feira (3), Viana afirmou respeitar o direito de recurso da base aliada, que sustenta que a maioria teria rejeitado os requerimentos incluídos na pauta. O senador, porém, disse ter seguido o regimento desde o início e argumentou que o painel registrava 31 parlamentares presentes, o que exigiria 16 votos contrários para derrubar a votação simbólica. “A minha decisão foi estritamente técnica. O painel é que determina a presença dos parlamentares. Se a base do governo queria desde o início agir buscando votos em bloco para derrubar todas as votações, deveriam ter observado o que o regimento diz”, afirmou o presidente da CPMI. Viana também criticou as cenas de agressão durante a sessão e disse esperar que a decisão de Alcolumbre encerre a polêmica. Segundo ele, a CPMI deve seguir “expondo à população o escândalo do INSS” e manter o compromisso de votar requerimentos apresentados por parlamentares, “seja do nome de quem quer que seja”. Fonte: Agência Senado.