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Por iniciativa dos companheiros Paulo Leite e Inês Leite, a partir das 9 horas da matina do domingo dia 19 de Maio de 2019 eclodiu uma excelente caminhada de aproximadamente 14 quilómetros por terras do concelho de Constância sob o mote anual das “MENINAS DA RIBEIRA” e cuja temática foi o “Trilho das Mariolas”, as tais pedrinhas empilhadas que servem de guias para pastores e caminheiros, onde os participantes tiveram o privilégio de contribuir e construir uma mariola coletiva e a preceito, com as pedrinhas que cada um trouxe da sua região. Esta caminhada contemplou a respetiva foz no Tejo e a subida do troço de galeria ripícola da Ribeira da Foz, autêntica catedral da natureza. Aventura atrás de aventura, achou-se a cascata da represa que leva a água às levadas, que outrora serviram as várias azenhas distribuídas pelas margens a jusante. Foi então a vez de se atravessar uma ponde suspensa e bamboleante, construída em cabos de aço e travessas sobejamente espaçadas, onde houve a oportunidade de cada um testar as suas capacidades cinestésicas e os seus índices de adrenalina e… de diversão. Daí em diante foi de se rumar ao Parque Ambiental de Santa Margarida localizado na povoação de Vale do Mestre, onde em tempo record se confecionou um belo churrasco composto pelos géneros que cada caminheiro(a) contribui, não esquecendo a grande variedade de sobremesas e licores, notando-se alguma preocupação em que a cerveja não aquecesse nem se deteriorasse. A seguir à sobremesa veio uma sopa de borboletas, com a visita ao Borboletário tropical coadjuvada pelo conhecidíssimo Engenheiro Tiago, guardião do turismo ambiental da região em apreço. Sendo que no interior do borboletário o clima era verdadeiramente tropical, houve que reclamasse ar condicionado e quem se sentisse indisposto com a aspereza do calor húmido. Regressados ao local o petisco, foi a vez de Edurado Mãomorta, o ex-símio tocador no órgão e especialista animador em eventos de panteão, grave music, darkrave, requiens e marchas fúnebres, fazer mais uns quantos estragos psicológicos nos presentes que não sabiam se haviam de rir, ou de chorar, até serem queimados os últimos cartuchos e as últimas granadas de bjekas, já o Sol se deitava e a Lua espreitava a oportunidade de se mostrar. Esperemos que se não for antes, para o ano haja mais.