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Criada pelo desenhista e cartunista Borjalo, pseudônimo de Mauro Borja Lopes, a abertura de O Cafona, em 1971, contou com os traços expressivos do pioneiro artista gráfico da TV Globo. Borjalo desenhou não apenas os atores e seus personagens, mas algumas cenas da novela de Bráulio Pedroso em sua estreia na emissora carioca após o sucesso de Beto Rockfeller na Tupi de São Paulo. Com material e informações que recebi do próprio Borjalo, além da minha lembrança, e contando com o apoio técnico de Márcio Vieira, Jonas Assis e Ana Rosa Donadio, à época na Central Globo de Comunicação, consegui além da abertura, refazer o encerramento. A importância de reconstituirmos o encerramento, além de homenagear a equipe técnica, se deve em especial à utilização da advertência: “Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas e com fatos reais terá sido mera coincidência”. Pela primeira vez uma empresa de televisão viu-se na obrigação de registar esse aviso no encerramento de uma telenovela. Isso porque algumas pessoas da alta sociedade carioca sentiram-se retratadas na trama que teve assessoria do colunista social Ibrahim Sued. O que de fato aconteceu, conforme relatou-me Bráulio Pedroso. Acrescente-se ao ritmo da abertura, a composição musical exata de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle (interpretada por Ângela Valle e Paulo Sérgio Valle) ao retratar o comportamento do cafona Gilberto Ataíde vivido com maestria por Francisco Cuoco. Por sinal, o primeiro lançamento em trilha sonora da Som Livre e meu primeiro vinil “adulto” que ganhei ao completar 9 anos de idade.