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CURSO: FALAR BEM AULA 3 - ESTRATÉGIA DO CONVENCIMENTO: PARA QUE, COMO E O QUE FALAR Objetivo: Aprender a usar a estratégia para convencer, adaptando sua mensagem para cada tipo de pessoa e situação. Aplicação: Debates, negociações, vendas ou qualquer conversa em que você queira que sua ideia seja aceita. Referencial Teórico: RETÓRICA, de Aristóteles Conteúdo: Para convencer alguém, você precisa de uma estratégia. Não adianta apenas falar; é preciso pensar em três pontos-chave antes: o público, a abordagem e a mensagem. 1. PARA QUEM VOCÊ FALA? (Escolha seu público) O erro mais comum é tentar convencer todo mundo. É um desperdício de energia. Um bom comunicador sabe para quem deve direcionar sua fala. • O Alvo Certo: Os Abertos e os Indecisos. Concentre 100% da sua energia aqui. São as pessoas que estão dispostas a ouvir, que ainda não têm uma opinião formada ou que já simpatizam um pouco com o que você pensa. É com elas que você tem chance real de sucesso. • O Alvo Errado: Os "Militantes" e Opositores. Evite o confronto direto com quem já tem uma opinião formada e inabalável. Discutir com essa pessoa não vai fazê-la mudar de ideia e, pior ainda, fará você parecer teimoso ou agressivo para os outros que estão assistindo. A sua imagem fica arranhada e você perde a simpatia dos indecisos. Lembre-se: O objetivo não é "ganhar" a discussão com o opositor, mas sim "conquistar" a confiança de quem está em dúvida. 2. COMO VOCÊ FALA? (Crie conexão antes de argumentar) As pessoas primeiro precisam confiar em você para depois confiarem no que você diz. A forma como você fala é o que cria essa conexão. • Técnica 1: Crie um Ponto em Comum. As pessoas confiam em quem se parece com elas. Encontre um interesse ou uma visão em comum antes de apresentar seu ponto principal. o Exemplo: No mercado, alguém reclama dos preços. Em vez de dar uma aula de economia, você diz: "É verdade. No fim, quem paga o pato somos sempre nós, não é?" o Resultado: Você não entrou na briga sobre "de quem é a culpa". Você se colocou ao lado da pessoa. Vocês agora são "nós", dois consumidores que sofrem com o mesmo problema. A conexão foi criada. • Técnica 2: Use a Sugestão. Não imponha sua ideia. Faça a pessoa chegar à conclusão "sozinha". o Exemplo: Em vez de dizer "As pessoas precisam votar melhor", você pode comentar: "É uma pena que muitos ainda não saibam usar a ferramenta mais poderosa que têm nas mãos." o Resultado: A mente da pessoa vai tentar adivinhar qual é a "ferramenta", e a resposta mais provável será "o voto". Você plantou a ideia de forma elegante, sem parecer que está dando uma ordem. 3. O QUE VOCÊ FALA? (Use fatos, não opiniões) A força do seu discurso está na sua lógica. Para isso, você precisa saber a diferença entre as ferramentas que tem. • Opinião: É o que você "acha". É pessoal e todo mundo tem uma. Ex: "Acho essa cor feia". Tem pouca força para convencer. • Fato: É algo que pode ser provado, é concreto e não depende do que você acha. Ex: "A inflação subiu 5% este ano, segundo o IBGE". • Argumento: É a sua arma mais forte. Um argumento usa fatos para provar que uma opinião faz sentido. A Estratégia Final: Não perca tempo discutindo opiniões ("eu acho isso" contra "eu acho aquilo"). Isso não leva a lugar nenhum. O caminho certo é: use fatos para construir um argumento sólido que sustente a sua posição. Mostre dados, exemplos e evidências que façam a sua conclusão parecer a única escolha lógica e sensata.