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Hoje tudo aperta mais que o normal. Zonas baixas do Rio — alagamentos Evacuações em bairros costeiros — em curso Transporte rodoviário afetado — interrupções locais Rua alagada, as lâmpadas tremem na água, cheiro de ozônio, Pneus guincham na avenida, água no rádio, alguém tossindo no balcão. Farol apagado, sirene corta o céu, lama nas calçadas, #riodejaneiro #portuguese #brazilianfunkrapbailefunk #cancao #ritmo Music style: Brazilian Funk-Rap (Baile Funk) Tags: riodejaneiro, newskaraoke, news, karaoke, nyhetsrytm, rap Lyrics: Rua alagada, as lâmpadas tremem na água, cheiro de ozônio, Pneus guincham na avenida, água no rádio, alguém tossindo no balcão. Farol apagado, sirene corta o céu, lama nas calçadas, Galochas batem ritmo, vozes nervosas pedindo passagem. Na zona norte a viatura curva, operação pesada, cordão de aço, Mil olhos na janela, mochila fechada, celular na mão, passo lasso. Portas arrombadas, cachorro late, metralha de jargon, papel voa, Prisão na calçada, algema quente, câmera fecha, a rua prova. Motorista pneu na maré, ônibus pára, passageiros empurram, Cartaz de greve no vidro, salário atrasado, riso que destrói e furam. Metro reduz, ponte lota, buzina vira rap, vai cortando o ar, Trânsito emperra o peito, Carnaval respira no sufocar. Tropa na rua, chuva castiga, prédio inteiro contando destino, Albergue abre, colchão no ginásio, criança dorme sem hino. Papel molhado, lista de nomes, quem saiu e quem ficou no vão, Vozes repetem ordens, juiz do asfalto, calma de cimento em ebulição. Tocar o chão, sentir pressão, frio na nuca, relógio que não ajuda, Polícia cerca becos, rádio chia, soldado marca, guerra muda. Rachaduras na fachada, promessa na propaganda que não segura, O povo empurra o barco, salva o móvel, esconde o cão, a rua satura. Grito curto na laje: "Segura!", "Segura!" Grito curto na laje: "Segura!", "Segura!" Barulho de algema, chuva batendo, coração de ferro bate acelerado, Operação prende nomes, confisco de armas, boatos circulam pesado. Greve puxa o freio, ônibus estaciona, trabalhador fecha o punho, Carteira vazia, salário em atraso, no rádio a notícia é um empunho. Lâmina de rotina corta o dia, favela vigia, janela observa, Mulher no beco, saco na cabeça, criança pergunta se a mãe preserva. Cais alagado, barquinho improvisado, refugiado da própria rua, Sinalizador aceso, polícia passa, mão no coldre, cidade continua. Teto pingando, sapato cheio, olhar fixo na curva do morro, Sirene afina, dispara o tom, mistura fé e sono trovo. Grito curto na laje: "Segura!", "Segura!" Grito curto na laje: "Segura!", "Segura!" No final a chuva baixa, rua respira, lama estanca, fumaça sobe, Pessoas recolhem o dia, olham pra frente, mas a pressão não se dissolve.