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Apoie este canal para desbloquear benefícios e fortalecer nossos trabalhos. / @institutopianobrasileiro Estudo No.3 (do 7º Caderno de O estudo para piano), de Heitor Alimonda, interpretado por Helber Fernandes Ribeiro, que também gravou um vídeo explicativo ao final. 0:45 Comentário de Helber Fernandes Ribeiro 2:31 Commentary by Helber Fernandes Ribeiro -- Heitor Alimonda nasceu em Araraquara, São Paulo, em 8 de dezembro de 1922. Sua formação teve início no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, onde se graduou em 1941, tendo sido orientado por Agostino Cantú. Nesse mesmo ano, Alimonda participou de masterclasses de virtuosidade com a pianista Magda Tagliaferro, no Rio de Janeiro, e em 1945 viajou aos Estados Unidos para aprofundar seus estudos no Conservatório de Música de Filadélfia, sob orientação de Olga Samaroff Stokowski. Ele teve ainda como professores o pianista Tomás Terán, no Brasil, e Bruno Seidlhofer, na Academia de Viena, Áustria. Em Londres, estudou com Denise Lassimonne na Royal Academy of Music, onde obteve o título L.R.A.M. (Licentiate of the Royal Academy of Music) em 1960, após um período de estudos e pesquisa que lhe conferiu o diploma de Licentiate e uma ampla experiência pedagógica. Durante sua carreira, Alimonda foi solista em importantes estreias e concertos. Em 10 de abril de 1953, realizou a primeira audição mundial do Concerto para Piano No. 1, de Claudio Santoro, com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob regência de Eleazar de Carvalho. Também realizou estreias brasileiras de peças como Ludus Tonalis, de Paul Hindemith, Microcosmos, de Béla Bartók, além de obras de compositores brasileiros contemporâneos, contribuindo para a difusão da música de vanguarda no país. Heitor Alimonda teve uma atuação marcante como camerista, destacando-se primeiramente no Ars Barroca, fundado em 1968, onde atuou como cravista e colaborou para a revitalização da música barroca com instrumentos de época. Posteriormente, integrou o Sexteto do Rio, um importante conjunto de música de câmara, contribuindo para a promoção de novas obras e a valorização do repertório nacional. Além disso, participou do Ensemble Ars Carioca. Alimonda recebeu diversos títulos e prêmios ao longo de sua trajetória, incluindo a Medalha Harriet Cohen de Musicologia, conquistada em 1960, em reconhecimento ao seu trabalho na renovação musical. Em 1950, foi agraciado com o título de Cidadão Honorário da cidade de Dallas, Texas, e em 1964 recebeu a cidadania honorária de New Orleans, Louisiana, ambos em reconhecimento ao seu papel de destaque na cena musical internacional. Em 1969, recebeu a Medalha de Prata comemorativa do 20º aniversário da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, por suas contribuições à música e à educação musical no Brasil. Além de sua atuação como intérprete, Heitor Alimonda foi um importante pedagogo e diretor artístico dos Seminários de Música Pró-Arte no Rio de Janeiro. Na Escola de Música da UFRJ, onde foi professor emérito e orientador na pós-graduação, desempenhou um papel fundamental na formação de novas gerações de músicos. Como artista plástico, assinava suas obras de arte em acrílico sob o nome Ettore, revelando uma faceta multifacetada e intelectual, que também se destacava na produção de ensaios sobre cultura e música. A carreira de Heitor Alimonda consolidou-se tanto no Brasil quanto no exterior, refletindo seu compromisso com a renovação e a difusão da música brasileira e internacional. Sua trajetória o posicionou como um dos principais nomes do cenário pianístico, contribuindo para a história e o desenvolvimento cultural do país. Suas atividades como intérprete, professor, compositor e ensaísta evidenciam uma dedicação inabalável à arte e ao conhecimento, deixando um legado amplo e duradouro. -- Nossos agradecimentos a Paulo Alimonda, Simone Bazo Torres, e Helber Fernandes Ribeiro. Edição das imagens e edição do vídeo: Douglas Passoni de Oliveira Curadoria e revisão técnica: Alexandre Dias