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Freud rejeita "as hipóteses segundo as quais o aparelho de linguagem é constituído de centros distintos", e "as hipóteses segundo as quais representações que servem para a linguagem" se acumulam em determinadas áreas corticais. A hipótese freudiana é a de que a "região cortical da linguagem é uma área contínua do córtex". A representação, aqui, não é "concebida como estando contida na célula nervosa", nem como sendo independente das associações, nem como um "efeito mecânico da estimulação periférica". A representação é a diferença entre duas séries de associações, diferença entre duas séries de processos no aparelho ou território da linguagem. "Efeitos de sujeito", proposto por Nassif, são "os fragmentos do discurso afásico produzindo alterações no discurso bem formado." Freud recusa o princípio de Broussais, segundo o qual os transtornos físicos ou psíquicos decorrem da deficiência ou do excesso de excitação. Um estado anormal não seria nada novo, apenas um desvio da normalidade da excitação. Freud entende os distúrbios de linguagem como a irrupção de algo novo, e eles também ocorrem em pessoas sem lesão. A irrupção do novo é, na verdade, o próprio funcionamento da linguagem, uma vez que as representações verbais não copiam o que chega pelos sentidos. A perturbação do discurso bem formado é um "efeito de sujeito". O discurso do Freud é ele mesmo uma perturbação do discurso da neurologia de sua época. O aparelho de linguagem não está pronto quando se nasce, mas é construído paulatinamente e pela relação com um outro aparelho de linguagem. Não é um aparelho perceptivo diante de objetos, mas um aparelho de linguagem diante de outro aparelho de linguagem, em trocas simbólicas. "A linguagem é algo que se adquire, assim como o aparelho de linguagem é algo que se constrói". O aparelho de linguagem e a própria linguagem possibilitam articular com um outro saberes que se constituem na e pela linguagem. O aspecto sensorial e o aspecto motor da linguagem, ouvir e responder ao outro, formam uma unidade indivisível.