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Sejam bem-vindos ao Panteão Nacional em Lisboa, um dos monumentos mais emblemáticos da cidade, que tem como missão homenagear a Vida e Obra de personalidades portuguesas. Na Nave central de um lado estão os navegadores Vasco da Gama, o 2º Governador da Índia Afonso de Albuquerque e o Santo Coindestável D. Nuno Álvares Pereira. Do outro lado encoiontram-se o Infante D. Henrique , Pedro Álvares Cabral e o poeta Luís de Camões, apenas de forma evocativa, sem a presença física dos restos mortais dessas figuras. Nas salas tumulares, estão os restos mortais dos antigos presidentes da República, Teófilo Braga, Sidónio Pais e Óscar Carmona, e os escritores Almeida Garrett, João de Deus e Guerra Junqueiro que estavam anteriormente no Mosteiro dos Jerónimos. Desde a sua inauguração, o Panteão Nacional recebeu os restos mortais da fadista Amália Rodrigues, em 2001 da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen, em 2014, do General Humberto Delgado, em 1990, do escritor Aquilino Ribeiro, em 2007, do jogador de futebol Eusébio da Silva Ferreira, em 2015, , do primeiro presidente da República, Manuel de Arriaga, em 2004, , além de uma lápide para homenagear Aristides de Sousa Mendes, Diplomata português que livrou vários judeus do holocausto. No interior do templo, encontra-se um órgão barroco do século XVIII, peça de valor histórico e artístico que foi resgatado do abandono. O Panteão Nacional é uma obra-prima da arquitetura. O edifício original, construído como uma igreja no século XVII, foi transformado em Panteão em 1916, marcando um espaço sagrado para homenagear os grandes nomes de nosso país." A sua construção demorou Quatrocentos anos e ficou conhecida como as “Obras de Santa Engrácia” na sequência de uma praga rogada por um habitante dessa localidade, condenado injustamente pelo roubo de hostias consagradas do Sacrário da então Igreja de Santa Engrácia. Condenado à morte na fogueira, terá jurado sempre a sua inocência, que era tão certa quanto as obras da igreja nunca terem fim. Foram muitas as vicissitudes sofridas pela igreja de Santa Engrácia, num processo moroso de construção que principiou no século XVI. Com a extinção das ordens religiosas em 1834, foi quartel e fábrica de armamento e ainda oficina de produção de calçado. Em 16 de junho de 1910, foi classificada como Monumento Nacional, sendo a decisão da sua adaptação a Panteão Nacional tomada em 1916. Até à década de 30, porém, continuou a sua ocupação militar. A igreja de Santa Engrácia, revela um notável plano barroco de importação italiana, único em Portugal. A dinâmica das formas do monumento integra-se numa privilegiada implantação sobre uma das colinas da cidade voltada para o rio Tejo. O templo destaca-se no panorama de Lisboa como um grande baluarte. O seu terraço oferece aos visitantes uma vista ímpar da capital e do Tejo. Uma das características mais notáveis do Panteão é sua cúpula imponente, com uma arquitetura que é um verdadeiro tributo ao estilo neoclássico e torna o espaço ainda mais majestoso." Visitar o Panteão Nacional é uma experiência que vai além da história. É um momento de reflexão sobre o nosso passado, o legado de quem nos precedeu e o que podemos aprender com suas histórias. Aqui, cada visitante é convidado a se conectar com a identidade e a cultura portuguesa. E não se esqueça de subir até o terraço. A vista panorâmica de Lisboa é de tirar o fôlego, uma celebração da beleza desta cidade vibrante, que continua a inspirar gerações após gerações. Então, da próxima vez que você estiver em Lisboa, não deixe de visitar o Panteão Nacional. Um monumento que é muito mais do que símbolos e estátuas. É a alma de Portugal, uma ode à sua história, um convite à reflexão e um lugar de homenagem aos que moldaram nosso passado. Gostou deste passeio pelo Panteão Nacional? Então deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe suas experiências ou dúvidas nos comentários. Até a próxima! Horários outubro / março De terça a domingo das 10h00 às 17h00 (última entrada às 16h40). abril / setembro De terça a domingo: das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h40) Encerrado: segunda – feira; 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio, 13 de junho e 25 de dezembro. A entrada no monumento é acompanhada de um conjunto de regras e medidas que, de acordo com as orientações da Direção-Geral da Saúde e recomendações da Direção-Geral do Património Cultural, visam salvaguardar a segurança de colaboradores e visitantes. A gestão da admissão e circulação de visitantes será realizada de forma a garantir a lotação recomendada nos diferentes espaços. A aplicação destas medidas, que serão atualizadas sempre que necessário, visa proporcionar uma visita segura e agradável ao Panteão Nacional, pelo que agradecemos a colaboração de todos. Localização e contactos Campo de Santa Clara, 1100-471 Lisboa Telefone – + 351 21 885 48 20 E-mail – geral@panteao.dgpc.pt Coordenadas GPS 38º42’53.15’’N 9º07’30.50’’W