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Aponta-se como o período de inserção dos negativos em vidro de gelatina e brometo de prata na cronologia da história da fotografia sensivelmente entre 1880 e 1910. Saiba mais sobre História da Fotografia no curso online https://citaliarestauro.com/curso/his... No entanto, o seu uso prático foi aplicado uns anos antes, em 1871, pelo inglês Richard Leach Maddox. Este experimentou espalhar sobre vidro uma solução de gelatina e sais de prata (provenientes de brometo de prata), o que resultava numa película fina que chamava emulsão. Uma vez seca, esta emulsão (que era, na realidade, uma suspensão) mantinha-se fixa ao vidro e inalterável durante bastante tempo. Na altura de processar a chapa, a gelatina inchava, abria os poros e permitia a penetração das soluções e a reacção com os sais. Secando, a gelatina tornava ao seu estado inicial. O uso da gelatina era uma novidade, assim como era o uso de uma emulsão fotossensível. Note-se que, até chegarmos á inovação de Maddox, todos os processos usavam da aplicação de uma substância sensível à luz depois de preparar o papel ou o vidro, através de um banho. Apesar de ainda serem necessárias algumas alterações ao processo, o uso de uma emulsão foi um passo importante para agilizar a produção industrial das chapas fotográficas. Cerca de 10 anos de aperfeiçoamentos técnicos e experimentação resultaram na gelatina tornar-se a substância mais utilizada na suspensão dos sais de prata, grãos de prata ou corantes de todos os processos fotográficos conhecidos até hoje. Segundo os estudos de Luís Pavão, de entre os progressos mais importantes, alguns merecem maior destaque pelo seu carácter determinante. Observemos a apresentação seguinte: #históriadafotografia #fotografia #tecnicasfotograficas O fruto de todo o progresso aplicado foi uma fotossensibilidade superior. Em 1880, o tempo de exposição das chapas de gelatina é de cerca de meio segundo e, pelo final do século, esse valor torna-se ainda mais reduzido (1/30 de segundo). A fotografia torna-se mais eficaz, regista movimentos e permite a invenção do cinema. Vários pequenos fabricantes das chapas de vidro e emulsão de gelatina vão surgindo pela Europa e pelos Estados Unidos da América. Ao longo dos 1870s, a chapa de gelatina era já comercializada em várias formas: ( John Burgess (1873) apresenta no mercado a emulsão líquida de gelatina para que os fotógrafos possam revestir as suas chapas de vidro, eles mesmos; ( Richard Kennett (1874) comercializa uma emulsão em forma de película de gelatina (destinavam-se a serem diluídas em água previamente a cobrir as chapas). Com a evolução da gelatina e, tendo em vista a sua superior fotossensibilidade, também os obturadores das máquinas fotográficas tiveram de ser adaptados, no sentido de conseguir tempos de exposição rigorosos que evitassem a sobre-exposição das chapas.