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O documentário "The Mole: Undercover in North Korea" é uma obra provocativa que expõe a tentativa da Coreia do Norte de contornar sanções internacionais por meio de atividades ilícitas, como o tráfico de armas, drogas e tecnologia militar. No entanto, ao analisar o conteúdo de forma imparcial, é importante considerar que práticas similares, em graus variados, já foram associadas a países ocidentais que desempenham papéis significativos no comércio global de armas. Ponto Central do Documentário O documentário revela esquemas que envolvem a venda de armas e tecnologia militar por meio de intermediários, com destaque para encontros secretos e contratos falsificados. Tais práticas são descritas como estratégias norte-coreanas para driblar sanções impostas pela ONU. Apesar de a Coreia do Norte ser alvo de sanções rigorosas devido ao seu programa nuclear, países ocidentais também enfrentaram escândalos ligados à venda de armas e violações de regras internacionais, mostrando que práticas antiéticas não são exclusivas de regimes autoritários. Paralelos com Nações Ocidentais e Escândalos no Comércio de Armas Estados Unidos: Programa Irã-Contras Contexto: Durante os anos 1980, o governo dos EUA foi implicado no escândalo Irã-Contras, onde armas foram vendidas ao Irã (então sob sanções internacionais) e os fundos gerados foram usados para financiar guerrilheiros Contras na Nicarágua. Semelhança: Assim como a Coreia do Norte busca formas criativas de financiar atividades proibidas, o governo americano utilizou intermediários e falsificações para sustentar ações contrárias à legislação internacional. Reino Unido: Venda de Armas à Arábia Saudita Contexto: Empresas britânicas como a BAE Systems foram acusadas de suborno em contratos de armas com a Arábia Saudita. Investigações revelaram pagamentos secretos para garantir acordos bilionários. Semelhança: O uso de canais paralelos e subornos para negociar armas encontra paralelo nos métodos expostos pelo documentário, onde contratos eram assinados por "empresas de fachada" na tentativa de mascarar operações ilegais. França: Escândalo das Fragatas de Taiwan Contexto: Na década de 1990, a empresa estatal francesa Thomson-CSF (agora Thales) foi envolvida em um escândalo de corrupção ao vender fragatas militares para Taiwan. Subornos massivos e contratos falsificados vieram à tona. Semelhança: Assim como no documentário, o esquema envolvia uma complexa rede de intermediários para esconder a verdadeira natureza das transações. Alemanha: Venda de Submarinos a Israel Contexto: Empresas alemãs, incluindo a ThyssenKrupp, enfrentaram acusações de corrupção em vendas de submarinos a Israel, com alegações de pagamentos ilegais para facilitar os acordos. Semelhança: O sigilo e as estratégias de camuflagem financeira reveladas no documentário também aparecem em escândalos envolvendo grandes indústrias de armamentos no Ocidente. Considerações Éticas Embora o documentário seja uma acusação direta contra a Coreia do Norte, ele também destaca práticas que, não são exclusivas de regimes autoritários. O comércio global de armas, em geral, opera em um ambiente altamente politizado, onde interesses econômicos frequentemente se sobrepõem a questões éticas e legais.