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O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), acusou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), de ultrapassar os limites do embate político e levar a disputa para o campo familiar. Em entrevista ao Café com Política, Falcão afirmou que o vice perdeu o controle ao ligar para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão (Podemos), para tratar de um assunto que, segundo ele, deveria ter sido discutido diretamente com os prefeitos. “Ele perdeu totalmente a linha e extrapolou qualquer limite. Isso deixou de ser uma questão política e entrou na seara familiar, o que não é admissível”, afirmou. Falcão disse ainda que o vice-governador tentou, dias depois, “reescrever os fatos” em entrevistas à imprensa, numa tentativa de amenizar o episódio. Para ele, os fatos falam por si. O presidente da AMM fez questão de diferenciar sua relação com o governador Romeu Zema (Novo) da relação com o vice. Segundo Falcão, o rompimento é com Mateus Simões, não com Zema. Ele elogiou a postura do governador, a quem classificou como equilibrado e respeitoso, mas criticou a centralização de decisões no segundo mandato. “A grande diferença é que hoje tudo está muito centralizado no vice-governador. Ele mesmo diz: ‘eu mandei, eu vou mandar’. Essa não é a forma de fazer política”, disse. Falcão afirmou que o diálogo com o vice-governador está encerrado e citou como exemplos a falta de resposta a ofícios da AMM, demissões de servidores ligados a Patos de Minas e o corte de convênios com as forças de segurança. Para ele, essas ações configuram retaliação política após o embate institucional. Ao tratar do cenário eleitoral de 2026, Falcão disse que a pausa anunciada pelo senador Cleitinho não altera o projeto que vem sendo discutido para Minas Gerais. Ele afirmou manter diálogo frequente com o senador e destacou que a decisão de Cleitinho de priorizar a família deve ser respeitada. “A questão familiar está acima de qualquer disputa política”, disse. Falcão admitiu que pode disputar cargos em 2026, incluindo o governo de Minas ou a Câmara dos Deputados, mas rejeitou a ideia de uma candidatura imposta. “Candidatura se constrói, não se impõe. Não acredito nesse modelo de tirar todo mundo do caminho para ser candidato”, afirmou. Segundo ele, qualquer decisão será consequência de um projeto coletivo e não de um projeto pessoal. O presidente da AMM confirmou conversas com diversos partidos e disse que a definição sobre filiação deve ocorrer até março, prazo legal para a disputa eleitoral. Ele afirmou ter dialogado com praticamente todas as grandes siglas, com exceção do PT, com o qual disse não ter identificação. Por fim, Falcão criticou a antecipação do debate eleitoral em Minas Gerais e avaliou que a disputa pelo governo está mal colocada. Para ele, o Estado precisa parar de discutir o passado e avançar em projetos de futuro. “Não dá para ir para mais uma eleição só dizendo que alguém não pode voltar. Isso é muito pouco para Minas Gerais”, concluiu. 00:00 DEIXA SEU LIKE! 02:00 SE INSCREVA NO CANAL INSCREVA-SE no nosso canal exclusivo de esportes: / @otemposports INSCREVA-SE no canal: https://bit.ly/inscricaootempo Acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo Curta a nossa página no Facebook: https://bit.ly/faceotempo Siga nosso Instagram: https://bit.ly/instaotempo Siga nosso perfil no Twitter: https://bit.ly/twitterotempo