У нас вы можете посмотреть бесплатно Especial Zé Pretim no Som da Concha или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
O Som da Concha, projeto da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, apresenta domingo (27/11/2013) o músico Zé Pretim no Parque das Nações Indígenas. José Geraldo Rodrigues, mais conhecido como Zé Pretim nasceu em Inhapim, Minas Gerais. Desde pequeno queria ser artista. "É uma coisa, um dom que Deus me deu", explica. Aos 8 anos ficava ouvindo os músicos tocarem nas festas e quermesses para ver se conseguia aprender alguma coisa. Seu primeiro instrumento foi um velho cavaquinho que sua mãe trocou por cinco quilos de feijão. "Eu tocava escondido do meu pai, pois tinha medo que ele o jogasse fora. Ele falava que música era profissão de vagabundo", lembra. Mas a música e o talento modificaram a opinião do pai. Começou com a música sertaneja, por causa da influência da família. "Eu formava uma dupla com meu falecido irmão, Juvenal, que fazia a segunda voz". Mais tarde, em 1973, Zé Pretim mudou-se para Mato Grosso do Sul em busca de formação musical. "Sempre fui autodidata. Nunca fiz curso de teoria musical. Aqui conheci muitos bons músicos, como Miguelito, o saxofonista Agapito, François, o guitarrista Antonio Mario, Geraldo Espíndola, Geraldo Roca, Jerry Espíndola. Com eles fui me desenvolvendo, e graças a eles conheci a música de Jimmy Hendrix, George Benson, Santana, Janis Joplin, Deep Purple". Em 1975 passou a integrar a banda Zutrik, que tocava no Rádio Clube. Foi quando conheceu o baterista Bosco, que hoje integra o Bando do Velho Jack. "Levei ele para a Zutrik e depois formamos uma banda própria, chamada Euphoria, que tocava rock, blues, MPB". Zé Pretim, porém, logo colocou os pés na estrada. Depois de passar quatro meses em São Luiz do Maranhão, foi para Belém do Pará, onde morou por seis anos. Cuiabá foi sua nova parada por 12 anos. Finalmente, voltou a Campo Grande, reencontrando velhos amigos e um novo público. Multi-instrumentista, Zé Pretim toca cavaquinho, teclado, violão, um pouco de viola, guitarra, bateria e contrabaixo. "Quando eu estou bravo, nervoso, pego o violão, a guitarra, e toco blues. Aí eu vou me acalmando." Zé Pretim afirma adorar Campo Grande, a cidade para onde sua família se mudou para ficar perto dele. Hoje toca habitualmente nos palcos da cidade. O blues, sua especialidade, foi escolhida por, segundo ele, possuir muito sentimento e muita paz. "Tenho que representar a minha cor, demonstrar a minha origem. A gente tem que mostrar o que a gente acha bonito. O blues não chama para a violência, mostra um sentimento de irmãos de verdade. É um estilo diferente, de muita qualidade". Fonte: FCMS