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O 99º episódio de Podcast da Escola Judicial recebe Andrea Pasold, Juíza do TRT da 12ª Região, para uma conversa profunda, clara e necessária sobre como o assédio se manifesta no cotidiano profissional e quais são seus impactos na vida dos trabalhadores. Ao longo do episódio, a convidada explica que o assédio moral não se resume a atitudes explícitas ou à intenção deliberada de prejudicar alguém. Muitas vezes, ele se constrói por meio de condutas repetidas, humilhações, gritos, ameaças veladas, cobranças abusivas e formas inadequadas de comunicação, que acabam adoecendo o trabalhador. Mais do que investigar o que se passava na mente de quem praticou a conduta, o foco deve estar nos efeitos causados à vítima, na dor, no sofrimento e nas consequências para sua saúde física e emocional. A conversa também destaca os limites do poder diretivo do empregador, mostrando que cobrar resultados, organizar o trabalho e aplicar sanções faz parte da gestão, mas nunca pode ser feito com desrespeito, agressividade ou exposição. A forma como a ordem é dada, a linguagem utilizada e o modo de avaliar o desempenho fazem toda a diferença para a construção de um ambiente saudável. O episódio reforça que é possível exigir produtividade sem humilhar, sem ameaçar e sem transformar o local de trabalho em um espaço de medo. Outro ponto importante abordado é o assédio organizacional, também conhecido como assédio por gestão, que ocorre quando a própria estrutura da empresa impõe metas inalcançáveis, rankings vexatórios, competição excessiva e pressão constante. Nesse modelo, a violência deixa de ser um desvio individual e passa a fazer parte da cultura institucional, gerando adoecimento coletivo, afastamentos e alta rotatividade. A Juíza explica como o Judiciário tem analisado esses casos e reconhecido a responsabilidade social das empresas na proteção da saúde mental dos trabalhadores. O episódio ainda traz orientações práticas para quem vive situações de assédio, ressaltando a importância de registrar fatos, guardar mensagens e buscar apoio nos canais adequados. Para gestores, fica o convite à reflexão sobre empatia, responsabilidade e humanização das relações de trabalho, mostrando que o respeito gera mais resultados do que o medo.