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"Desobedece" - Expeão, Rey e Chullage. (Dedicado ao colectivo Es.col.a.) Musica produzida por Expeão. Guitarras: Miguel Azevedo. Baixo: Guito Maldiva Letra: Expeão, Rey e Chullage. Video: Rey (Expeão) Jorra sangue do nariz, é só mais uma cicatriz, rosto silencioso e triste, vida abaixo de cão, ninguém desiste. Pra todos os que olham para o chão, estômago vazio, hora de insurreição, camisolas pretas a tapar a face, essa manhã foi bem real, repare-se: disseram que alguns vinham ás 4, o silêncio apoderou-se do quarto, estavam todos acorrentados, os heróis de uma geração de rastos, vontade de liberdade reprimida, berros e gemidos enchem a avenida, limpo o sangue da cabeça de um rapaz que gritava paz e manchou o cartaz de Rey, Expeão e Chullage. Uma mãe levanta a sua mão pra limpar o suor, olha pró céu mas não entende o senhor. Se pensas que és livre estás longe de tal porque neste regime a última medida é policial. (Chullage) Ainda que haja quem nos governa que afinal só nos desgoverna, nos faz viver com grilhões na perna, nos tem a morrer à espera de ressuscitar e ter a vida eterna. O povo poderá voltar a ser quem mais ordena, votos - o nosso querer não cabe nessa caixa. Marchamos com palavras incendiadas Refrão: 3x Marchamos com palavras incendiadas Desobedece De Sta Filomena à Fontinha Desobedece 2x Marchamos com palavras incendiadas Desobedece Não tenhas medo, aparece, desobedece Desobedece (Expeão) Invadem o recinto logo cedo, destroem literatura e brinquedos, crianças choram com o medo, homens com máscaras, armas e fatos pretos. Tudo começa com o spray, é o que manda a lei, tratados como insectos e vermes , manchas vermelhas no cimento e nas mentes, são difíceis de limpar, são permanentes, cânticos mais altos que sirenes, pimentos doces em abril, lançados aos leões no covil. As nossas ambições levaram-nos a isto, o nosso único deus: materialismo. Quem é que está a subir pra não cair? Quem é que está a um passo do abismo? Se pensas que és livre estás longe de tal porque neste regime a última medida é policial. (Rey) Eu vi o batalhão, cães de repressão, sedentos de acção, querem sangue no chão. Dou o braço a um irmão, aqui ninguém recua oblá, aguenta a posição. A nossa luta é pela população, não tenhas medo da agressão. O bloco negro aguenta pressão enquanto a rua toda em peso grita: mais não. Desobedece Refrão (Expeão) A tensão aumenta entre os protestantes, corpo de intervenção, espírito de sangue, barricada nas escadas de uma utopia, uma criança brinca com tinta e pinta um sol, uma casa e uma menina, uma bandeira pirata e uma grande família, sem saber o terror que se avizinha, último dia de escola no bairro da Fontinha.