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Que sons definem uma cidade e que narrativas ou peças musicais podem ser criadas com eles? Aos alunos da licenciatura de Música – variante de Música Eletrónica e Produção Musical (MEPM) na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) do Instituto Politécnico de Castelo Branco coube procurar possíveis respostas através do Phonambient. Coordenado pela associação cultural Sonoscopia, e à semelhança do Porto Sonoro, projeto de levantamento e catalogação do património acústico da invicta, o Phonambient é uma iniciativa de documentação e transformação artística que visa disponibilizar numa base de dados as paisagens sonoras, sons localizados ou excertos musicais que caracterizam uma metrópole ou região, permitindo a sua consulta ou utilização em composições eletroacústicas ou reflexões teóricas. Um dos objetivos desta reflexão sobre a importância dos sons numa sociedade dominada pela imagem é o de criar equipas locais que redescubram as sete cidades para já envolvidas, permitindo também no futuro estabelecer padrões do seu ruído de fundo. Os espetáculos são construídos de acordo com a dinâmica e a sensibilidade dos participantes. No caso da ESART, o trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Composição. Os cerca de vinte estudantes envolvidos registaram, selecionaram e combinaram elementos sonoros diversos, transformando-os num tema de duração variável e com uma história implícita. Para isso, exploraram desde o ruído envolvente em bares e cafés ou estações de comboios e autocarros, aos elementos sonoros localizados como a sirene dos sábados à uma da tarde, o relógio da torre ou os sinos da Igreja da Sé, sem esquecer as diferentes pronúncias ou expressões patentes nos diálogos entre anónimos. Sons espontâneos ou habituais, invisíveis ou incomodativos, captados da forma natural e pouco processados de forma a preservar o contexto em que foram gravados e a permitir que integrem uma biblioteca de sons característicos da cidade. A divulgação dos resultados finais - as peças “Seiva Bruta”, “Difração” e “Forças de Propulsão” - está a cargo da Phonorquestra (Alexandre Mendes, Alexandre Rodrigues, Eduardo Vaz, Joana Perfeito, João Amaral, João Espada, João Leite, Mário Gomes, Paulo Rafael, Ricardo Nunes e Tiago Cruz), orquestra de manipuladores de sons especialmente criada para o projeto de música acusmática (composta em estúdio e reproduzida em concerto). Com entrada gratuita, a apresentação do Phonambient Castelo Branco tem lugar a 29 de janeiro, a partir das 21:30, no Centro de Cultura Contemporânea. Depois das versões locais no Fundão, Tondela e Braga, seguem-se Guarda e Porto. Sedeada na invicta, a Sonoscopia é uma plataforma de projetos artísticos e educativos centrados quer na música e na exploração sonora, quer no seu cruzamento com a literatura, dança, teatro ou artes visuais. Entre os músicos, compositores, sonoplastas e professores da equipa que trabalham em áreas como a música experimental ou a arte sonora incluem-se Gustavo Costa (ex-professor no curso de MEPM), Rui Dias (atual coordenador da licenciatura na ESART) ou Carlos Guedes (seu antecessor e diretor do programa musical da Universidade de Nova Iorque em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde o Phonambient também estará). VERSÃO INTEGRAL E DESCARREGÁVEL EM: http://beiratv.pt/CULTURA.php?id=1422... Jorge Costa (imagem, texto e edição) Phonorquestra (áudio) MAIS VÍDEOS EM: http://www.beiratv.pt