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"Olá! Hoje vamos mergulhar em um dos textos mais debatidos e, por vezes, mal compreendidos de toda a Bíblia. Está em 1 Pedro 3:18 e 19, onde diz que Cristo foi 'morto na carne, mas vivificado no espírito, no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão'. A pergunta que ecoa há séculos é: Jesus, entre Sua morte e ressurreição, desceu ao inferno para pregar aos mortos? Muita gente acredita que sim, que Ele foi ao Hades dar uma segunda chance aos ímpios. Mas será que essa interpretação resiste ao exame do restante das Escrituras? Aperte o cinto, porque hoje vamos descobrir o que a Bíblia realmente diz sobre isso." O Problema da Imortalidade da Alma "Antes de entendermos o que o texto diz, precisamos entender o que ele não pode dizer. A Bíblia é clara em Hebreus 9:27: 'ao homem está ordenado morrer uma só vez, vindo depois disso o juízo'. Não existe 'segunda chance' após a morte. Além disso, Eclesiastes 9:5 afirma que 'os mortos não sabem coisa nenhuma'. Se eles não sabem nada e não têm consciência, como poderiam ouvir uma pregação? Portanto, a ideia de Jesus pregando para espíritos desincorporados no Além não possui base bíblica sólida." "Vivificado no Espírito": O Meio da Pregação "O texto diz que Cristo foi 'vivificado no espírito'. No original grego, a tradução mais precisa é 'Vivificado pelo Espírito', referindo-se ao Espírito Santo. É o mesmo Espírito que, segundo Romanos 8:11, ressuscitou a Jesus. Pedro está nos dizendo que Jesus realizou uma obra através do Espírito Santo. O 'veículo' da pregação não foi o corpo físico de Jesus descendo a uma caverna espiritual, mas sim a influência do Espírito Santo através de um instrumento humano. E quem foi esse instrumento? O próprio Pedro responde no verso 20: Noé." A Identidade dos "Espíritos em Prisão" "Mas e a tal 'prisão'? Se Jesus pregou aos espíritos em prisão, onde ficava esse lugar? Na linguagem bíblica, a 'prisão' ou o 'cárcere' é frequentemente uma metáfora para o pecado. O Salmo 142:7 diz: 'Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao Teu nome'. Em Isaías 42:7, a Bíblia diz que a missão do Messias seria 'tirar da prisão o cativo'. Os 'espíritos em prisão' eram os seres humanos que viviam antes do Dilúvio. Eles estavam vivos fisicamente, mas escravizados por seus vícios e rebeldia. Eles eram prisioneiros da própria maldade, e foi para eles que a mensagem de Deus foi enviada." O Contexto Histórico: Os Dias de Noé "O tempo dessa pregação é claramente definido no verso 20: 'quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé'. Não foi entre a sexta-feira e o domingo da ressurreição; foi centenas de anos antes! Jesus, através do Espírito Santo, pregou àquela geração antediluviana usando Noé como Seu porta-voz. Pedro ainda faz uma observação importante: apenas 'oito almas' foram salvas. A palavra aqui é psychai, que significa pessoas físicas. Se as 'almas' que entraram na arca eram pessoas vivas, os 'espíritos' que ouviram a pregação também eram pessoas vivas, porém encarceradas no pecado." Conclusão e Apelo "Em resumo: 1 Pedro 3 não ensina que os mortos têm uma segunda chance. Ele ensina que Deus é tão misericordioso que, mesmo antes do Dilúvio, Ele enviou Seu Espírito para tentar libertar aquelas pessoas da prisão do pecado através da pregação de Noé. Hoje, o mesmo Jesus continua pregando através do Seu Espírito ao seu coração. Talvez você se sinta em uma prisão: um vício, uma culpa ou um vazio. O convite é o mesmo de Noé: entre na Arca da Salvação. Não endureça o coração hoje. Se esse estudo esclareceu sua dúvida, inscreva-se e compartilhe. Até a próxima!"