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Aiêêê, Madagascar Olodum Aiêêê, eu sou o arco-íris de Madagascar A Enugbarijô e Vik e Adauto registraram a apresentação do cantor e compositor Rey Zulu na festa do Olodum no Pelourinho com vistas aos preparativos do carnaval de Salvador em 1987. Fundado como bloco afro carnavalesco em Salvador em 1979, o Olodum é atualmente um grupo cultural, considerado uma organização não-governamental reconhecida como de utilidade pública pelo governo da Bahia. Depois da estréia no carnaval de 1980, o grupo conquistou dois mil associados e passou a abordar temas históricos relativos às culturas africana e brasileira. O primeiro LP, "Egito, Madagascar", foi gravado em 1987 e estourou na Bahia com a música "Faraó". Pouco depois, o Olodum passou a ser conhecido internacionalmente como grupo de percussão afro-brasileira e excursionou pela Europa, Japão e América do Sul. Um dos momentos de maior exposição foi em 1990, quando o grupo participou da faixa "The Obvious Child", do disco "The Rhythm of the Saints", de Paul Simon, cujo videoclipe foi gravado no Pelourinho e exibido em mais de cem países. Depois disso o Olodum passou a gravar com outros músicos consagrados, como Wayne Shorter, Michael Jackson, Jimmy Cliff, Herbie Hancock e Caetano Veloso, divulgando sua mistura de ritmos que inclui batuques africanos, reggae, samba e ritmos latinos. Paralelamente ao sucesso artístico, o grupo Olodum milita em movimentos sociais contra o racismo e pelos direitos civis e humanos. Reinevaldo Silva, o ex-Rey Zulu, agora missionário, se converteu ao Cristianismo e renega todos os hits do passado. Ele costumava iniciar seus shows com o refrão de um sucesso particular: "Olhei pro céu/ uma estrela brilhou/ Salvador diz menina/ Rey Zulu já chegou". Mais de dez anos depois de ser um dos principais expoentes da então emergente axé music, ele faz sua saudação em outro ritmo: "Shalom Adonai (a paz do Senhor), minha Bahia". Protagonista de uma conversão de religião e costumes, Reinevaldo Silva, o ex-cantor Rey Zulu, passou do jugo do candomblé e das baterias dos blocos afros para a inspiração de "uma doutrina pentecostal renovada", onde apenas a música gospel é permitida. a aurora do samba-reggae que desencadearia um novo jeito de fazer música na Bahia, Rey Zulu era uma espécie de guru intelectual de grupos como Refexus, Olodum e a posterior formação Gente Brasileira. Suas composições mais famosas fazem parte da memória afetiva de qualquer um que brincou os carnavais no final dos anos 80 e início dos anos 90. Na toada da nostalgia, ele fez Meu bem quero te amar, para o Chiclete com Banana ("Eu sou camaleão, sou seu amor/ Vem me dar um beijo"), Libertem Mandela ("De geração em geração/ que é discriminado o negão/ e hoje somos cultura/ nosso grito de força é a nossa união"), ajudou a soprar a carreira de Daniela Mercury com Batuque ("Tá no batuque que balança, nêgo/ Ah, ah, pode me telefonar") e deu a chance para Margareth Menezes soltar o vozeirão com Uma história de Ifá, que ficou mais conhecida como Elejigbô ("Cidade reluzente, Elejigbô/ Cidade florescente, Ejigbô"). Recentemente, a dançarina e dublê de cantora Carla Perez regravou a música que poderia ser o melô do teste de DNA, Pai é pai, Mãe é mãe. (Fonte: Correio da Bahia)