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Em Ap 12, antônimos se harmonizam: pai e mãe, diferentes, unidos, geram a salvação. Este vídeo propõe uma leitura simbólica e lógica do capítulo 12 do Apocalipse de João, indo além da interpretação literal para buscar o sentido profundo da mitologia bíblica. A mulher apresentada no texto é compreendida como sinal, não apenas histórico ou religioso, mas existencial: ela representa o princípio da geração, da harmonia, do cuidado e da sustentação da vida — o primeiro lar, o primeiro equilíbrio. A gravidez simboliza a gestação da salvação, entendida como um processo contínuo de organização interior, familiar e social. A casa que a mulher sustenta não é apenas física, mas espiritual: o espaço onde a ordem, a fé, a esperança e a verdade precisam ser cultivadas diariamente. A besta — o dragão de sete cabeças — é interpretada como a personificação do desequilíbrio, da fragmentação do bem em múltiplos caminhos que afastam da unidade. Cada cabeça ou tronco representa forças que desviam a consciência: inveja, ira, cobiça, orgulho, medo, desespero. Não como um ser material, mas como uma lógica que atua quando o ser humano perde o centro, o eixo do bem. Nesse sentido, o mal não existe como criação, mas como ausência de equilíbrio, e sua função simbólica é revelar o bem. A luta descrita no Apocalipse é interna, contínua e universal: a tensão entre unidade e dispersão, entre harmonia e ruptura. A coroa de doze estrelas simboliza a plenitude do equilíbrio, a integração das luzes necessárias para sustentar a vida, a fé e a consciência. O vídeo convida o espectador a refletir sobre como essa mitologia pode ser aplicada à vida cotidiana, às relações familiares, às escolhas morais e à construção do sentido. Aqui, o Apocalipse não é o fim do mundo, mas uma revelação do funcionamento do mundo interior, mostrando que a vitória do bem ocorre quando há compreensão, aceitação das diferenças e alinhamento com a verdade. Um convite ao entendimento, à reflexão e à reconciliação entre símbolo, lógica e fé.