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Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Denominado Semeador de Estrelas e, segundo Chico Xavier, “tendo uma estrela na boca”, suas conferências têm atraído numeroso público, que se emociona com os comentários, narrativas e ensinamentos transmitidos, os quais promovem o autoconhecimento e anunciam o alvorecer de uma Nova Era. Há 71 anos, em parceria com seu fiel amigo Nilson de Souza Pereira , fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da Cidade do Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo. O nascimento Naqueles recuados dias do ano de 1926, um médico, em seu consultório na cidade de Feira de Santana, na Bahia, declarara a Dona Anna, na ocasião de sua última gravidez – cuja criança viria ser o médium Divaldo Franco –, a seguinte frase: “Dona Anna Franco, a senhora ficou grávida aos 44 anos. Não é ‘barriga d’água’, como está pensando. Se a senhora não fizer o aborto, seu filho vai nascer… anormal!”. Dona Anna, contudo, não aceita o diagnóstico e prossegue com a gravidez daquela criança, que seria o “derradeiro” de 12 irmãos. Meses depois, ela constata que, diferentemente da determinação precipitada do médico, o menino era normal. E, mais tarde, surpreenderia a todos por ser… paranormal! Divaldo Pereira Franco nasceu no dia 5 de maio de 1927, em Feira de Santana, na Bahia. É o caçula do casal Francisco Pereira Franco e Anna Alves Franco, que gerou outros 12 filhos, dos quais cinco faleceram antes mesmo de Divaldo nascer. Aliás, a infância do maior divulgador da Doutrina Espírita na atualidade, considerado embaixador do Espiritismo no mundo todo, não foi das mais fáceis, mas era dentro de seu próprio lar que o pequeno Divaldo enfrentava as maiores dificuldades em razão de sua forte mediunidade. Tanto seus irmãos mais velhos, que o chamavam apenas “Di”, quanto seu pai o recriminavam pelas visões e até lhe aplicavam surras, considerando que se tratava de algo demoníaco. Primeira infância Em 1931, aos 4 anos de idade, vê aproximar-se dele uma senhora que lhe pede para dar um recado, assim: “Diga a Anna que sou Maria Senhorinha”. O menino não estranhou nada. Era um pedido normal. Ali estava uma senhora como as outras, que lhe pedia para transmitir um recado à mãe dele, Anna, e ele faz o que aquela lhe pedia. Entretanto, ao formular o recado, D. Anna tenta dissuadir o menino, dizendo-lhe que Maria Senhorinha não poderia estar ali mandando recados, porquanto ela fora sua avó, que ela, Anna, não conhecera, porque morrera precisamente do parto dela há muito tempo e no seu entender os mortos não falam com os vivos. D. Anna ficou impressionada com a convicção do menino a respeito da sua visão, mesmo porque tais fenômenos começavam a ocorrer frequentemente com ele. Por via das dúvidas, tomou uma decisão. Pegou o menino e foi à casa da irmã mais velha, Edwiges, que a tinha criado na ausência da mãe e vivia, nesse tempo, presa ao leito por uma paralisia. Na presença da tia, o menino foi instruído a reproduzir a história, e o fez da melhor maneira possível, nos precários limites do seu vocabulário infantil: “Era uma mulher magrinha, de olhos verdes e usava um vestido branco, de babados plissados, mangas compridas e gola muito alta. Tinha os cabelos penteados para trás, presos em coque, como se usava antigamente”. Tia Edwiges nem precisou falar muito, pois as lágrimas escorriam-lhe pela face. Bastou uma frase curta e emocionante: “Anna, é mamãe! É mamãe, Anna!”. Primeiros contatos com o Espiritismo Os primeiros contatos do menino Divaldo com a dimensão espiritual foram dramáticos. Afinal, mesmo um adulto se assustaria ao descobrir que algumas pessoas que vê já desencarnaram, sem contar a discriminação que sofria em razão das visões. E as visões terrivelmente perturbadoras provocadas por maus Espíritos tiravam-lhe o sono. Para piorar a situação, um Espírito obsessor começou a persegui-lo quando ainda tinha cerca de 7 anos de idade. Tratava-se da alma de um religioso que buscava vingança por desentendimentos em uma encarnação passada, mais precisamente no século XVII, quando ambos eram religiosos franceses e Divaldo provocou a interrupção da encarnação de seu perseguidor. Mesmo depois de pedir perdão e mostrar-se arrependido ao saber o motivo do Máscara-de-Ferro, como ele chamava seu “inimigo” que aparecia com o rosto coberto por uma espécie de máscara em chamas, levaria muitos anos até que a animosidade se encerrasse. #espiritismo #chicoxavier #espiritualidade #fé #fraternidade #allankardec #oração #divaldofranco #mediun