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Além da Imaginação (1959): 25 fatos estranhos que você não sabia Você acha que conhece a "Twilight Zone". Conhece a música hipnótica, os finais surpreendentes e aquela sensação de desconforto. Mas o que você talvez não saiba é que, por trás das câmeras, existia um drama muito mais intenso do que qualquer roteiro de ficção científica. Imagine só: a série esteve a um passo de ser apresentada pelo lendário Orson Welles, e não por Rod Serling. Mas isso é apenas a ponta do iceberg. A verdade é que a CBS baniu um episódio inteiro por mais de 50 anos devido ao seu conteúdo racial explosivo. Rod Serling não lutava apenas contra monstros imaginários; ele lutava contra ternos e gravatas. Ele travava uma batalha diária contra censores que cortavam suas falas para não ofender os patrocinadores. O programa queimava dinheiro em uma velocidade alarmante, a ponto de tentarem filmar em fitas de vídeo baratas — algo que Serling desprezava com todas as forças. Nos bastidores, a pressão era esmagadora. O próprio criador admitiu, em um momento de franqueza brutal: "O programa está se devorando". Aquilo não era apenas televisão; era uma guerra sangrenta pelo controle criativo, e as cicatrizes dessa batalha ainda estão visíveis para quem sabe onde olhar. Foi nesse caos que Serling inventou, sem saber, a figura do "showrunner" moderno. Muito antes de esse termo virar moda em Hollywood, Serling já carregava o piano sozinho. Ele criava, escrevia, apresentava e defendia a integridade de The Twilight Zone com a fúria de um homem que já tinha sido silenciado vezes demais. Ele exigia aprovar roteiros, negociava rejeições de patrocinadores e ditava o tom de cada cena. Ele operava como um estúdio de um homem só. Para se ter uma ideia de sua exaustão e genialidade: de 156 episódios, ele escreveu 92 com as próprias mãos e aprovou quase todos os outros. Mas o começo de tudo nasceu do fracasso. A semente da série foi uma história de guerra rejeitada chamada "The Time Element", onde um homem tentava impedir o ataque a Pearl Harbor. A CBS engavetou o projeto, mas ele foi resgatado e exibido em 1958 por outro programa, tornando-se um sucesso surpresa. Foi essa vitória inesperada que deu a Serling a força necessária para finalmente lançar The Twilight Zone. Contudo, o sucesso trouxe novos inimigos. Um ano depois, o gigante da literatura Ray Bradbury chamou Serling de plagiário. Bradbury, um dos poucos autores de peso que Serling recrutou, escreveu um episódio, mas quando seus outros trabalhos não foram usados, ele acusou o criador de roubo intelectual. Serling, ferido, manteve sua admiração pública por Bradbury, mas essa ferida pessoal nunca cicatrizou. Às vezes, a tragédia não era ficção; era real e fatal. O filme Twilight Zone: The Movie tornou-se infame não pela arte, mas pelo sangue. Um acidente horrível de helicóptero no set tirou a vida do ator Vic Morrow e de duas crianças. O diretor John Landis foi absolvido, mas aquele momento sombrio mudou Hollywood para sempre, forçando a indústria a criar protocolos de segurança rigorosos. O legado da franquia ficou manchado por uma sombra que nunca se dissipou totalmente. E houve também o silêncio forçado. O episódio "The Encounter", estrelado por George Takei, tocou na ferida aberta da culpa dos nipo-americanos após a Segunda Guerra Mundial. Porém, ao usar estereótipos raciais pesados, a reação foi tão negativa que a CBS o retirou do ar. Por 52 anos, esse episódio foi um fantasma, banido da televisão americana.