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Este material apresenta um guia completo sobre o Exame Clínico em Odontologia, baseado nas aulas da disciplina de Clínica de Semiologia da Faculdade UNINASSAU, ministradas pelo professor Paulo de Tarso S. de Macedo. O objetivo central do exame clínico é a coleta de dados que servirão de base para o diagnóstico. Por meio dele, obtêm-se sinais e sintomas que auxiliam na identificação da doença, permitem estabelecer um prognóstico e orientam o tratamento adequado. 1. Conceitos Fundamentais Para a realização de um exame clínico eficiente, o profissional deve possuir boa capacidade de observação, domínio técnico, bom senso e conhecimento sobre as doenças. Três conceitos são essenciais: Sinais: manifestações clínicas visíveis e perceptíveis pelo profissional, como mobilidade dental, tumefações, úlceras e halitose. Sintomas: manifestações subjetivas relatadas pelo paciente, como dor, náusea, cansaço, prurido e dormência. Quadro clínico: conjunto de sinais e sintomas presentes em determinada condição patológica. 2. Divisão do Exame Clínico O exame clínico divide-se em anamnese, considerada exame subjetivo, e exame físico, considerado exame objetivo. A. Anamnese Refere-se à obtenção de informações relatadas pelo paciente desde o início da condição até o momento da consulta. Postura profissional: deve-se manter diálogo claro, escuta ativa, respeito e interesse pelo paciente como indivíduo. É essencial manter controle emocional, ética e postura adequada. Técnicas utilizadas: Interrogatório cruzado: perguntas direcionadas para identificar sinais e sintomas. Escuta ativa: permite que o paciente relate livremente suas queixas. Etapas: Identificação: dados pessoais como nome, idade, sexo, profissão e procedência. Queixa principal: motivo da consulta. História da doença atual: evolução da condição desde o início. História buco-dental: experiências odontológicas anteriores, hábitos e possíveis disfunções, incluindo alterações na articulação temporomandibular. História médica: levantamento de doenças sistêmicas e uso de medicamentos, garantindo segurança no atendimento. Hábitos: investigação de tabagismo, consumo de álcool e outras substâncias. B. Exame Físico Consiste na avaliação objetiva dos sinais clínicos por meio dos sentidos do profissional. Divide-se em exame geral, extrabucal e intrabucal. Métodos: Inspeção: análise visual das estruturas. Palpação: avaliação tátil de tecidos. Percussão: utilizada principalmente na avaliação dental. Auscultação: identificação de sons articulares. Olfação: percepção de odores característicos. Exame Físico Geral Inclui a avaliação dos sinais vitais: Frequência cardíaca: adultos entre sessenta e cem batimentos por minuto. Pressão arterial: valores próximos de cento e vinte por oitenta milímetros de mercúrio são considerados adequados. Frequência respiratória: adultos entre dezesseis e vinte movimentos por minuto. Temperatura corporal: em torno de trinta e sete graus Celsius, com pequenas variações. Exame Extrabucal Avalia estruturas da face, músculos, glândulas salivares, linfonodos e articulação temporomandibular. Exame Intrabucal Deve ser sistemático e seguir uma sequência organizada: Lábios Mucosa jugal Fundo de sulco Mucosa alveolar Gengiva Palato duro Palato mole Orofaringe Língua Assoalho bucal Dentes A realização adequada de todas essas etapas garante um diagnóstico preciso e um planejamento terapêutico seguro e eficaz.