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Red Dead Redemption 2 representa o ápice do Velho Oeste nos videogames. Um mundo vivo, melancólico, humano e profundamente trágico. Uma obra que conseguiu unir cinema, literatura e interatividade de uma forma que ainda hoje parece impossível de ser superada. Mas nenhuma obra-prima nasce do nada. Todo ápice é sustentado por alicerces invisíveis. Neste vídeo, voltamos no tempo para analisar GUN (2005), um jogo que ousou tratar o Velho Oeste com seriedade quando isso ainda não era seguro, popular ou comercial. Antes da redenção, houve a vingança. Antes da contemplação, houve a brutalidade. GUN apresentou um mundo aberto cruel, silencioso e violento, que ajudou a moldar a linguagem do faroeste digital muito antes de ela atingir sua forma definitiva. Aqui falamos da grandiosidade da saga Red Dead Redemption como culminação de décadas de evolução criativa — e também do papel silencioso que GUN teve nesse processo. Suas mecânicas pioneiras, sua narrativa trágica e sua visão crua da fronteira abriram trilhas que mais tarde seriam refinadas até o limite da perfeição. Se hoje o western nos games alcançou o seu auge, foi porque alguém caminhou primeiro no pó e no sangue. O vídeo também traça paralelos com o western clássico do cinema e com a literatura de Cormac McCarthy, especialmente Meridiano de Sangue, para entender o Oeste não como mito heroico, mas como território de perda, violência e esquecimento. Um ensaio sobre legado, memória e sobre os jogos que a história quase apagou. Este não é apenas um vídeo sobre um jogo antigo. É um vídeo sobre como o auge só existe porque alguém ousou antes.