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Publicação de Marinela St. Aubyn 3 de Setembro de 2020 Uma raridade! Três dos maiores expoentes de violão, em Cabo Verde, Bau, Manuel de Candinho e Voginha, interpretam "Rapsódia de mornas" do disco "Sodade", de Humbertona. Parte final da Homenagem a Humbertona Sodade – Rapsódias de Mornas e Coladeiras (LP, 1969, com Humberto e Toi Ramos) Humberto Bettencourt Santos (Humbertona) é um talentoso guitarrista que lança um estilo diferente na interpretaçao da música caboverdiana, mantendo um padrão antigo, reunindo influências de grandes nomes do violão cabo-verdiano, com realce para o lendário e também compositor Luís Rendall, bem como de três brasileiros voltados para a bossa nova: Baden-Powell de Aquino (Rio de Janeiro, 1937-2000); Luís Bonfá (Rio de Janeiro, 1922-2001), cantor, violonista e compositor, e, ainda, Waldir Azevedo, “bom tocador de cavaquinho." Licenciou-se na Bélgica, na Universidade de Louvaine, em Economia Aplicada entre 1966 e princípios dos anos 70. Participou, como militante da causa da luta de libertação nacional, desde finais de 1966. Regressou a Cabo Verde depois do 25 de Abril de 1974, onde exerceu vários cargos, entre os quais, as funções de Embaixador nos países membros do Benelux, nos países nórdicos e na União Europeia, entre 1982 e 1987 e, ainda, Representante Permanente nas Nações Unidas, em Nova Iorque, entre 1987 e 1991. Apesar da intensidade da sua actividade pública e privada, ligada, primeiro, à diplomacia, e, depois, ao sector empresarial, Humbertona concilia a vida profissional e familiar com a música, tendo editado vários LPs e CDs. É fácil encontrar na net alguns vídeos com magníficas interpretações suas. "Dos discos gravados a solo por Humbertona, Sodade é, seguramente, o mais célebre do “grande violão cabo-verdiano” (Vasco Martins, 2016).