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No Brasil colonial, o Nordeste foi o coração da economia, com Salvador como grande centro e os engenhos de açúcar em Pernambuco e Bahia puxando o desenvolvimento. O açúcar virou o produto mais importante, exigindo muito investimento, mão de obra escravizada e tecnologia, além de passar pela transição da escravidão indígena para a africana. Os senhores de engenho formaram uma elite poderosa, enquanto pequenos produtores e artesãos ocupavam posições intermediárias. A produção viveu altos e baixos: cresceu com a demanda europeia, mas sofreu com invasões holandesas e a concorrência das Antilhas. Mesmo assim, o açúcar manteve-se como principal exportação, acompanhado por atividades como mandioca, fumo e pecuária, que expandiu para o sertão. Com a União Ibérica, Portugal e Espanha se uniram e isso abriu espaço para disputas internacionais, especialmente contra os holandeses. Maurício de Nassau governou Pernambuco com tolerância religiosa e melhorias urbanas, mas acabou voltando à Europa. A resistência local, com líderes como João Fernandes Vieira, Henrique Dias e Filipe Camarão, venceu nas batalhas de Guararapes e expulsou os invasores em 1654, fortalecendo o espírito de autonomia em Pernambuco por séculos. Descubra como o Brasil Colonial (1500-1822) se desenvolveu com a produção de açúcar no Nordeste, a transição da escravidão indígena para a africana e o poder dos senhores de engenho. Entenda também os impactos da União Ibérica, as invasões holandesas em Salvador e Pernambuco, e o papel de Maurício de Nassau na reorganização da economia e cultura. Este vídeo explica de forma simples e direta os principais acontecimentos que marcaram a economia e a sociedade colonial, incluindo o nativismo pernambucano e sua influência até o século XIX.